Free Web Site - Free Web Space and Site Hosting - Web Hosting - Internet Store and Ecommerce Solution Provider - High Speed Internet
Search the Web

.....Ativismo em Portugues (Brasil, etc.)

____THE BLUEGREEN MARBLE.com / WAKE UP ____DEMOCRACY.org ACTION CENTER Events / Miscellany Take Action Environmental Actions ......Public Interest Groups  Eco/Finance Page Humor photo Impeach Bush Outside New York State .....Ativismo em Portugues (Brasil, etc.) Cooperatives / Fair Trade Spiritual Contact Contact Auf Deutsch (In German) Custom Welcome To My Homepage Custom Rich-Text Page Electric Cars

Conteudos:

Voce Pode usar este link para traducir: http://babelfish.altavista.com/ ou www.freetranslation.com

I. Greenpeace Shop

II. SOS Mata Atlantica

III. Greenpeace Brazil / National Outdoor Leadership School (NOLS)- Amazon semester (ingles)

IV. Certificacao Organica / Volunteer in Brazil

V. Ross Jackson em Planeta, Jeffrey Sachs em Terra / WWF-Brasil / Amigos da Terra

VI. Orlando Villaraga- Quimico Verde e Espiritista

VII. Partido Verde / Capitalismo Natural

VIII. Manda Uma Carta A Esso

IX.  Cooperativas / Unitario-Universalismo / Ciencia Crista / Cooperativas e Algodao Organico / Angola

 

http://www.greenpeace.org.br/greenshop/greenshop.php

 

SÃO PAULO
Shopping Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569
Consolação, São Paulo (SP)
Fone: (11) 3231-4493
> Veja os produtos vendidos nesta loja e faça seu pedido
 
Produtos ecológicos para você e sua família

A loja Espaço Greenpeace divulga e comercializa a linha de produtos licenciados pela entidade, cuja produção não traz riscos ao meio ambiente ou tem baixo impacto ambiental. A estratégia é a de oferecer alternativas não poluentes aos consumidores. Para tanto, a entidade firmou um contrato com a Todaba Participações Ltda. para o licenciamento de produtos ecologicamente sustentáveis, atestando a sua procedência e aprovando o seu consumo. O licenciamento tem sido feito pelo Greenpeace em alguns países - como o Brasil e a Alemanha - com o principal objetivo de promover a produção limpa, sinalizando para os consumidores a existência de produtos e serviços ecologicamente sustentáveis.
 

 

11/12/2006 - LULA SANCIONA LEI DA MATA ATLÂNTICA


Lei da Mata Atlântica
Lei da Mata Atlântica

A sanção da Lei da Mata Atlântica, aprovada pelo Congresso Nacional em novembro após 14 anos de tramitação, foi finalmente realizada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva no último dia 22 de dezembro, em Brasília. “Esta lei foi construída para ser um exercício da cidadania socioambiental, está repleta de instrumentos que permitem valorizar o controle social e é de fácil entendimento para qualquer cidadão leigo”, avalia Mario Mantovani, diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica. “É uma lei que entra imediatamente em vigor”. Confira abaixo comentários de Mantovani sobre alguns dos artigos da nova Lei.



“A aprovação do Projeto de Lei é fundamental e com ela o Congresso brasileiro paga uma dívida que começou em 1988 com a Constituição Federal”, analisa Fabio Feldmann, autor do projeto, um dos fundadores da SOS Mata Atlântica e atual secretário-geral do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas. “Com a aprovação deixam de existir dúvidas sobre o que é e qual a extensão da Mata Atlântica e se assegura a proteção dos remanescentes. Hoje, muitos empreendimentos imobiliários colocam como atrativo o fato de estarem na Mata Atlântica, a mídia cobre vastamente as iniciativas no bioma, qualquer estudante sabe o que é Mata Atlântica e ainda assim passamos por 14 anos de enormes resistências”.

 

http://www.sosma.org.br/index.php?section=content&action=contentDetails&idContent=10

 

Greenpeace Brasil e Angra 3 

17-01-2007 - São Paulo
Angra 3 em debate no jornal O Globo

Conforme se aproxima o dia da reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) – 30 de janeiro -, aumenta a nossa expectativa sobre a decisão que o órgão vai tomar em relação à retomada das obras da usina nuclear Angra 3.

O Greenpeace considera equivocado e contraproducente investir mais de R$ 7 bilhões num projeto que vai na contra-mão do que o mundo desenvolvido busca para suprir as necessidades energéticas de suas população.

Nossos argumentos contra Angra 3 foram elencados no artigo publicado nesta quarta-feira (dia 17) no jornal carioca O Globo, que por sua vez defendeu a construção da usina em editorial. 
 

http://www.greenpeace.org.br/nuclear/?conteudo_id=3080&sub_campanha=0

NOLS - Semester in the Amazon

http://www.studyabroaddirectory.com/listingsp3.cfm/listing/35224

  Brazil
  • Southern Brazil:  Cuiaba

Term: Fall 
Duration of Program: 3-6 months
Dates: September 1-November 19, 2008

 

Description: Join NOLS for an expedition into a place with more species of plants and animals, more free-flowing freshwater, and the largest intact areas of rainforest left in the world.

You'll see trees in all different shapes and sizes, vines that wrap through the forest, colorful orchids and bromeliads, monkeys crashing over the treetops, snakes and lizards on the forest floor, capybara, toucans and macaws, and lots of insects. The jungle is vast, but youll get an entire semester to traverse the Amazon Basin from south to north.

Your 80-day adventure explores places such as the tepuis of the Guiana Highlands, the Brazilian Highlands, and one of the Amazons remote tributaries that runs into the main basin. Youll also get a chance to meet the rainforests local peoples, including seringueiros (rubber tappers/frontiers people).

If you crave a remote tropical expedition, get ready for the haunting sounds and smells of the jungle.

Wilderness First Aid (WFA) 

 


Quem certifica

O selo de certificação de um alimento orgânico fornece ao consumidor muito além da certeza de estar levando para a casa um produto isento de contaminação química. Garante também que esse produto é o resultado de uma agricultura capaz de assegurar qualidade do ambiente natural, qualidade nutricional e biológica de alimentos e qualidade de vida para quem vive no campo e nas cidades. Ou seja, o selo de "orgânico" é o símbolo não apenas de produtos isolados, mas também de processos mais ecológicos de se plantar, cultivar e colher alimentos.

Daí resulta a importância estratégica da certificação para o mercado de orgânicos, pois além de permitir ao agricultor orgânico diferenciar e obter uma melhor remuneração dos seus produtos protege os consumidores de possíveis fraudes. Existem também outras vantagens expressivas como, por exemplo, o fato de que a certificação torna a produção orgânica tecnicamente mais eficiente, a medida em que exige planejamento e documentação criteriosos por parte do produtor. Outra vantagem é a promoção e a divulgação dos princípios norteadores da Agricultura Orgânica na sociedade, colaborando, assim, para o crescimento do interesse pelo consumo de alimentos orgânicos.

Aqui estão os principais selos de certificação, que garantem ao consumidor a certeza de estar levando para casa produtos orgânicos. Clicando nos selos você terá mais informações sobre cada uma destas certificadoras.

AAOCERT

ABIO

ACS
 AMAZONIA

ANC

APAN

BCS

CHÃO VIVO

CMO

COOLMÉIA

No Brasil, a Instrução Normativa no007, de 17/5/1999, do Ministério da Agricultura, dispõe detalhadamente sobre as normas de produção, tipificação, processamento, envase, distribuição, identificação e certificação da qualidade para os produtos orgânicos de origem vegetal e animal. Nela, destacam-se os seguintes pontos:

  • Exclusão do emprego de organismos geneticamente modificados (OGM’s) da produção orgânica. ...

 http://www.planetaorganico.com.br/qcertif.htm

 

http://www.volunteerabroad.com/Brazil.cfm
  Volunteers For Peace: Brazil
42 cities throughout Brazil
Description: VFP offers over 3400 affordable, short-term voluntary service projects in 100+ countries including projects in Brazil. These international voluntary service projects are an opportunity to participate in meaningful community service while living and interacting in an intercultural environment. Work projects include: construction/renovation of low-income housing or community buildings, historic preservation, archeology; environmental projects such as trail building, environmental education, wildlife surveying, park maintenance, organic farming; social services working with children, the elderly, physically or mentally handicapped, refugees, minority groups, drug/alcohol recovery, AIDS education; as well as arts projects and festivals. Most projects are limited to ages 18 and up and there are over 250 programs just for ages 15-17. International voluntary service projects are usually from May through September and are of 2 to 3 weeks in duration, although there are 200+ projects scheduled for the 'off-season.'

 

http://www.folhablu.com.br/ler.noticia.asp?noticia=17018&menu=28

 

Doutores das divergências
São contundentes as formas com que cada ?especialista?, escritor e economista, e até mesmo leigos, posicionam-se conceituando opiniões definitivas para ajustes na gestão dos rumos socioeconômicos do País. O mais estranho, no entanto é que, escritores demonstram-se maus leitores, senão vejamos: ?Em diversas publicações vários escritores apregoam a necessidade de que o crescimento econômico é a única forma de resolverem-se os problemas, gerando empregos e aumentando o consumo de bens pelos então empregados. Já na Revista Planeta, edição de novembro, nos apresenta a seguinte matéria: Nas considerações, Parar de crescer já, a palestra do ativista Ross Jackson, fundador do Gaia Trust, PhD em finanças internacionais, explica a urgente necessidade de revisão das metas de crescimento. Está fundamentado no fato de que a despeito do Pib mundial ter dobrado nos últimos 30 anos, o Índice de Progresso Genuíno continua caindo ano após ano.
No Terra, o economista americano Jeffrey Sachs, que já apareceu duas vezes na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time, diz: ?O Brasil está no caminho certo?. Diretor do Instituto Terra da Universidade Columbia e do Projeto Milênio das Nações Unidas, em viagens constantes aos países pobres, presencia cenas horripilantes, como crianças africanas morrendo de fome e malária. Mas o famoso assessor dos governos de países em desenvolvimento da América Latina, do leste europeu, da ex-União Soviética, da Ásia e da África acredita que é possível acabar com a miséria global em 20 anos.

por Newton Sergio Metzger
Blumenau ? SC
sericenterblu@yahoo.com.br

 

http://www.mp.rs.gov.br/memorial/noticias/id8706.htm

 

11/08/2006 - Atuação do Memorial
Fundador do Gaia Trust proferiu palestra no auditório do Palácio

 

 

Na noite da última quinta-feira (10/08) a Fundação Gaia aproveitando a estada em Porto Alegre do fundador do Gaia Trust e da Rede Mundial de Ecovilas (GEN), o canadense J. T. Ross Jackson, organizou a palestra “Mudando a Economia Global em Busca da Sustentabilidade”, que tratou do tema sobre a sustentabilidade e seus aspectos econômicos. O evento ocorreu no auditório do Palácio do Ministério Público, localizado na Praça da Matriz.
Ross Jackson, Ph.D., é Membro Fundador da Organização Dinamarquesa Gaia Trust. Tem formações em física, gerência e economia, especializando-se em pesquisa de operações. Jackson foi por muitos anos consultor em gerência e designer de sistemas IT, trabalhando em diferentes ramos do mundo dos negócios, especializando-se em finanças internacionais, onde seu know-how de sistemas de troca forneceu financiamento para programas da Gaia Trust, organização criada para subsidiar um mundo mais sustentável e espiritual. Ross é membro do Conselho Consultivo da GEN - Rede Global de Ecovilas e da recente iniciativa Gaia Education. Para saber mais a respeito do palestrante e da ONG Gaia Trust acesse www.ross-jackson.com ou www.gaia.org.

http://viasantos.com/pense/arquivo/1134.html

 

http://www.wwf.org.br/

 

31 Aug 2007
Evento discute conservação da Amazônia e proteção do clima com empresários

Cerca de 40 representantes de instituições e universidades de cinco países (Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Japão e África do Sul) reuniram-se, por meio de videoconferência, no evento "Aliança Global para a Proteção da Amazônia e do Clima". Iniciativa da Câmara Brasil-Alemanha, com o apoio do WWF-Brasil e do WWF-Alemanha, o evento teve por finalidade sensibilizar empresários brasileiros, principalmente os ligados às empresas alemãs, para a causa ambiental.

http://www.amigosdaterra.org.br/

Desafios e sustentabilidade socioambiental ao longo do eixo Cuiabá-Santarém


Indígenas participam do Encontro BR-163 Sustentável

O documento final do Encontro BR-163 Sustentável propõe uma série de ações e estratégias para garantir que a pavimentação da BR-163 traga benefícios aos diversos segmentos da sociedade e promova o desenvolvimento de forma inclusiva, assegurando também a conservação dos recursos naturais.

O Encontro BR-163 Sustentável, organizado pelo Instituto Socioambiental e Instituto Centro de Vida, foi realizado entre os dias 18 e 20 de novembro em Sinop (MT) e contou com a presença dos ministros Marina Silva (Meio Ambiente) e Ciro Gomes (Integração Nacional) e do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi.

http://www.natbrasil.org.br/

Plano Diretor Cicloviário Integrado em debate na SMAM - 05/09/07

O Projeto Quartas Temáticas da Cidade, que iniciou com sucesso em 08 de agosto com a palestra-debate “A Lei solar transforma Porto Alegre numa Cidade Solar?” visa debater as questões relacionadas à problemática sócio-ambiental, relevantes no contexto atual, para a cidade de Porto Alegre. O projeto é fruto da parceria entre o Núcleo Amigos da Terra/Brasil e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM), e é viabilizado pelo Fundo Municipal do Meio Ambiente (FMMA).

 

·  A timidez e a omissão fortalecem a injustiça social
Entrevistado: Orlando Villarraga
Em: 15 de outubro de 2003

 

 

Carlos Orlando Villarraga é um dos poucos espíritas que se preocupam com a questão ecológica, o bem-estar ambiental. Colombiano, radicado no Brasil, Villarraga reside em São José dos Campos (SP) e exerce a profissão de químico. De família espírita, escreveu o livro "La Conservación del Médio Ambiente Físico y Síquico", que o PENSE planeja lançar em edição eletrônica — obra rara no meio espírita onde o autor demonstra toda sua erudição, conhecimento técnico e doutrinário, que os leitores podem conferir nesta entrevista exclusiva. Ele destaca a contribuição do Espiritismo para ajudar a resolver as questões ambientais, em um mundo onde a consciência ecológica ainda é desmerecida. Para Villarraga, “a visão espiritual da vida nos convida a melhorar as condições sociais e ambientais do nosso planeta Terra”. Ele é bem crítico em relação aos alimentos transgênicos e defende uma efetiva participação das entidades espíritas federativas na discussão da questão ambiental. Leia a seguir a íntegra da entrevista.

Pense (P) - Como tomou contato com o Espiritismo?
Villarraga (V) -
Meu pai era espírita e logo depois que a minha mãe se tornou espírita, eles fundaram a escolinha espírita para crianças “Senderos de la Esperanza”, em Bogotá, na Colômbia. Desde então, começamos a estudar a Doutrina Espírita. Estudávamos os livros editados pela CEPA chamados “El Espiritismo al alcance de los niños”. Valioso material que colocava os fundamentos da Doutrina Espírita em termos simples, de uma maneira didática para que nós, crianças, pudéssemos entendê-los.

(P) - Poucos são os espíritas que se preocupam em correlacionar a filosofia espírita com a ecologia. A que você atribui isso?
(V) -
Penso que estes dois temas juntos pouco ou quase nada são estudados ou debatidos nos centros espíritas. No livro terceiro de O Livro dos Espíritos, se apresentam muitos dos princípios da ecologia. Nós nos preocupamos muito com o além, quando necessitamos resolver muitos problemas que acontecem aqui, no nosso planeta Terra, tendo como base o conhecimento espiritual. A filosofia espírita nos ensina as leis que regem as relações dos encarnados com os desencarnados, com os outros encarnados e com a Natureza. Também temos que estudar com mais detalhe a obra de Kardec. A primeira vez que morei no Brasil foi em 1991, quando se preparava a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro. Daí comecei a me perguntar como a Doutrina Espírita poderia contribuir num evento dessa magnitude. Poucos trabalhos tinham sido elaborados nessa área. Então, decidi estudar e pesquisar a obra de Kardec com o objetivo de entender como a Doutrina Espírita podia explicar e propor soluções sobre os problemas sociais, ambientais, econômicos e espirituais que estavam se desenvolvendo em nossa sociedade. O resultado dessa pesquisa foi o livro que escrevi sobre a conservação do meio ambiente físico e espiritual sob a visão espírita (“La Conservacion Del Médio Ambiente Físico y Siquico” – Editorial Rivail, Colômbia). Também para tentar mostrar a correlação que existe entre a Doutrina Espírita e a Ecologia, estou no processo de fundar o Instituto de Ecologia e Doutrina Espírita. A missão deste Instituto será a de integrar os fundamentos da Doutrina Espírita e da Ecologia para sensibilizar as pessoas com o objetivo de melhorar as condições do meio ambiente físico e espiritual do planeta Terra.
(P) - Qual a expectativa de vida de nosso planeta? Os profetas do apocalipse estão certos quando afirmam que o fim está próximo?
(V) -
Depende do que nós fizermos durante os próximos 50 anos. De acordo com o relatório “O Estado do Mundo 2003”, do WorldWatch Institute, nós temos uma ou talvez duas gerações para mudar o rumo que levamos de degradação ambiental e exclusão social. Se continuarmos nessa direção atual, a miséria generalizada e o empobrecimento biológico tomarão conta do planeta, podendo levar ao colapso da sociedade e de nós como espécie. Temos, entre muitos outros, dois problemas MUITO sérios, cuja solução será crucial para o equilíbrio do nosso planeta: o aquecimento do planeta e a perda da biodiversidade. Na teia da vida do planeta Terra, nós, seres humanos, somos só uma espécie entre quase 1.5 milhão das classificadas pelos cientistas. Somos só uma entre as 10-100 milhões das estimadas que podem existir na Terra. Nosso sustento físico (alimento) depende da existência de outras espécies animais e vegetais. Destruindo o habitat, poluindo os diferentes ecossistemas e reduzindo a biodiversidade, a teia da vida vai ficando muito vulnerável. O que faz um ecossistema resistente é a diversidade de espécies que o conformam.

(P) - Como podem ser dimensionados o efeito-estufa e a escassez de água no futuro?
(V) -
Podemos dimensionar o efeito-estufa no futuro pelos fatos que já estão acontecendo em todo o globo, como conseqüência do aquecimento do planeta. Nos últimos 30 anos a temperatura aumentou 0.44 graus centígrados. Esse aumento de temperatura leva a eventos climáticos mais extremos como o derretimento das calotas polares, o aumento do nível do mar e o aumento do número e severidade dos furacões. Em 1960, a espessura do gelo no Mar Ártico era de 2 metros aproximadamente. No ano de 2001, escassamente chegou a um metro!! O nível do mar aumentou 10-20 cm durante o século 20. Se continuarmos despejando gás carbônico e metano nos níveis atuais, os cientistas estimam que a temperatura do planeta pode aumentar de 1,4-5,8 graus centígrados durante o século 21. Isso significa que o nível do mar pode aumentar durante este século até quase um metro, o que provocaria o deslocamento de milhões de pessoas do litoral para áreas internas do território nacional.
Com relação à água, existe um índice chamado de disponibilidade social de água que compreende todos os recursos de água doce (superficial e subterrânea) disponíveis relativo ao número de habitantes (m³/hab/ano). As Nações Unidas definiram que países com índices menores que 1000 m³/hab/ano estão com “estresse de água”. 35% da população do planeta já é atingida pelo estresse da água e a previsão é que para o ano 2025, 66% da população mundial esteja nessa situação, se continuar o aumento da população, o desperdício, a poluição da água e o desmatamento.

(P) - Costuma associar-se a expansão da economia ao bem-estar dos povos. Está correta essa associação?
(V) -
Não está correta porque só considera um aspecto do bem-estar do ser humano: o aspecto econômico. O índice mais utilizado na economia para medir o sucesso da economia é o PIB (Produto Interno Bruto). Este índice mede todo o fluxo de dinheiro que se movimenta na economia do país. Porém, não faz diferença sobre o tipo de atividade que movimenta esse dinheiro. Por exemplo, a construção de cadeias, a compra de armas pelo governo, o tratamento médico de pessoas com câncer como conseqüência de fumar, o seguro pago pelos danos causados por desastres naturais, os gastos efetuados para tratar um vazamento de petróleo etc. Tudo isso aumenta o PIB. Recentemente surgiram outros índices que refletem melhor o bem-estar dos seres humanos. Foram desenvolvidos entre outros o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e o GPI (Índice de Progresso Genuíno). O IDH é uma medida composta da expectativa de vida, o nível de educação e a renda per capita dos habitantes de um país. O GPI consiste em uma medida de 22 componentes econômicos, sociais e do meio ambiente.
Nos Estados Unidos o PIB aumentou quase 100% durante os últimos 50 anos, porém o GPI caiu 45 % durante os últimos 20 anos.

(P) - A contribuição que o Espiritismo pode oferecer à questão do meio ambiente se dá em nível ético ou filosófico?
(V) -
A contribuição da Doutrina Espírita se dá tanto em nível ético como em nível filosófico. Em nível filosófico, a Doutrina Espírita nos ensina as leis que regem o nosso relacionamento com os encarnados, com os desencarnados e com a Natureza. A Doutrina Espírita explicando a lei de causa e efeito e a lei de reencarnação nos leva a conhecer a magnitude da responsabilidade de nossos atos e pensamentos. Em nível ético nos lembra o nosso compromisso com o bem-estar do próximo e com a ação para tornar realidade a ajuda material e espiritual. Também essa conduta ética deve se refletir em novas leis e instituições. A visão espiritual da vida nos convida a melhorar as condições sociais e ambientais do nosso planeta Terra.

(P) - Você acredita que um dia o mundo dos Espíritos será incorporado ao conceito ecológico de ecossistema?
(V) -
Não tenho dúvida que isso vai acontecer. Assim como já se está começando a considerar a economia como um subsistema da Natureza, no futuro a Natureza será considerada um subsistema do mundo dos Espíritos.

(P) - Que correlação faria entre a consciência ecológica e a consciência espírita?
(V) -
Penso que só falta o elemento espiritual para que a consciência ecológica seja igual à consciência espírita.

(P) - Como os centros espíritas podem contribuir para elevar o nível da consciência ecológica da sociedade?
(V) -
Temos que começar por nós mesmos nos centros espíritas. Temos que entender que estamos encarnados neste planeta e que o nosso principal trabalho está aqui neste mundo. Que encarnamos para contribuir a melhorar as condições físicas e espirituais da Terra. Se como disse Kardec em A Gênese, “a fraternidade deve ser a pedra angular da nova ordem social”, então devemos nos educar, educar os nossos filhos e educar os demais integrantes da sociedade nos princípios fundamentais que sustentam e incentivam a fraternidade com objetivo de promover as bases de uma nova ordem social. Esses princípios universais são a existência de Deus, a pré-existência e a sobrevivência da alma, o progresso contínuo, a lei de causa e efeito e a lei da reencarnação.
Considero que nos centros espíritas devemos estudar e debater mais em detalhe os problemas sociais, econômicos e ambientais sob a ótica espírita. Devemos participar com outras ONGs nas campanhas que visam melhorar ou resolver algum problema específico da comunidade onde atua o centro espírita.

(P) - Como analisa a questão dos alimentos transgênicos?
(V) -
A maioria dos trabalhos, na área dos transgênicos, foi motivada pelo lucro das empresas e não pela necessidade das pessoas. Por exemplo, foi desenvolvida uma soja transgênica que resiste especificamente ao herbicida produzido pela mesma empresa. Este tipo de tecnologia aumenta a dependência dos agricultores em relação a produtos patenteados. Os transgênicos também contribuem na redução da diversidade de espécies para a produção de alimentos o que faz que a nossa segurança alimentar fique mais vulnerável. Os transgênicos são um experimento em grande escala com os seres humanos, pois não sabemos as conseqüências a longo prazo que o consumo de organismos modificados geneticamente possam ter sobre a nossa fisiologia e metabolismo.

(P) - Possuímos um dos ecossistemas mais ricos do planeta e, no entanto, a fome e a miséria ainda são flagelos a serem removidos. Qual sua visão a respeito?
(V) -
A fome e a miséria convivem com a opulência, a abundância e o desperdício como conseqüência de: 1) o egoísmo, a ambição e o orgulho de uma pequena parcela da população; 2) o comodismo, a omissão e a neutralidade de outra parte da população que prefere não intervir na discussão e solução dos problemas sociais e 3) a timidez e a ignorância da grande maioria da população para exigir uma melhor distribuição da riqueza, do bem-estar físico e do conhecimento do nosso planeta. A timidez ou a omissão diante da injustiça social a fortalece e a faz crescer.

(P) - Como interpreta o Programa Fome Zero? Esse projeto poderia se desdobrar em outros como Sede Zero, Desmatamento Zero, Poluição Zero etc.?
(V) -
Acredito que o programa Fome Zero tem um valor muito importante para a sociedade porque colocou na agenda política nacional e internacional o grave problema da fome. Esse programa foi criado para combater a fome e as suas causas estruturais que geram a exclusão social. O sucesso do programa Fome Zero vai depender da implementação de soluções para eliminar as causas que geram as desigualdades e não que seja simplesmente um programa assistencial que crie dependência dos beneficiários. Esse programa podia se desdobrar em outros programas como os que você menciona e também poderíamos acrescentar os programas de Violência Zero, Analfabetismo Zero, Desemprego Zero etc.

(P) - Que diferenças você vê entre o Espiritismo praticado na Colômbia e no Brasil?
(V) -
A diferença que vejo é no número de adeptos, o número de publicações espíritas e o tamanho das obras assistenciais, devido às diferenças do tamanho das populações dos dois países e também ao maior número de anos que vem sendo divulgada e praticada a Doutrina Espírita no Brasil.
Porém, o que mais vejo são as semelhanças que existem entre o Espiritismo praticado em ambos países, como o estudo da Doutrina Espírita, a assistência social, a estruturação do movimento em nível nacional, o esforço pela publicação de obras espíritas e a existência de diferentes correntes de interpretação dos princípios da Doutrina Espírita.

(P) - De que maneira instituições como a Confederação Espírita Pan-Americana, a Federação Espírita Brasileira ou o Conselho Espírita Internacional podem contribuir para o progresso ambiental? Seria possível chegar a um consenso no momento em que houver a necessidade dos espíritas se manifestarem socialmente?
(V) -
Essas instituições podem contribuir para o progresso ambiental da seguinte maneira:
- Promovendo eventos que discutam os temas ambientais sob a ótica espírita.
- Manifestando, através da mídia, a posição da Doutrina Espírita com relação aos problemas sociais, econômicos, éticos, espirituais e ambientais.
- Utilizando para as publicações impressas, como livros, revistas, mensagens avulsos etc. papel reciclado e tintas que reduzem o impacto ambiental.
- Publicando obras que analisem estes temas sob a ótica espírita.
- Estimulando o estudo detalhado da obra de Kardec.
- Educando o coração para a solidariedade e a fraternidade.

E-mail: nator2002@aol.com

 

 

http://www.rmi.org/sitepages/pid977.php

Voce Pode usar este link para traducir: http://babelfish.altavista.com/

http://www.pv.org.br/interna_programa.shtml

Partido Verde do Brasil

1 - Princípios1.O PV é um instrumento da ecologia política. Sua existência não é um fim em si mesmo e só faz sentido na medida em que sirva para fazer avançar suas idéias e programa na sociedade transformando concretamente a realidade. O PV faz parte de uma família política internacional, os verdes, que cresce em todo o mundo, desde o final dos anos 70. Relaciona-se com os partidos e movimentos verdes de outros países com base na autonomia, fraternidade e solidariedade. Propõe-se a desenvolver uma estratégia conjunta e uma ação coordenada em favor do desarmamento, da desnuclearização, do ecodesenvolvimento, da solução negociada dos conflitos e do respeito às liberdades democráticas, justiça social e direitos humanos em todos os países do mundo.

Capitalismo Natural
in Brazil


by David Sanders Payne

In our work with our Brazilian partners, we will use natural capitalism as a filter through which we can view, assess, and understand Brazil's unique sustainability initiatives.


Brazil. Mention the name and lush, green images spring to mind. Covering 8.5 million square kilometers and boasting a population of nearly 175 million, the world's fifth largest nation has recently become an economic dynamo. After two decades of stagnation and massive debt, its economy is speeding up (GDP growth rate was about 1 percent in 1999, and it hovered around 4 percent over the four quarters in 2000).

At the cusp of this new economic era, Brazil's business and political leaders are only too aware of the potential for both manageable successes and intractable blunders. New ideas and applications in business, education, and policy are rapidly taking root in Brazil. Capitalismo Natural, the Portuguese version of Natural Capitalism, is being studied here for the alternatives it offers to the economic and ecological instabilities resulting from Latin America's historical development path.

José Luiz Alquéres, the former chairman of Brazil's state-owned power company Electrobras, might have summed this up best when he observed to Amory Lovins: "Ten years ago, it would have been too early because we didn't have a real economy. Ten years from now, it would be too late because we'd have done too many of the wrong things. Right now is exactly the moment for these ideas to take root and transform Brazil's development path."

RMI has long had links to Brazil. We were fortunate to become involved with one of Brazil's most advanced cities—Curitiba, the capital of Paraná state—during one of our own transformative experiences, the writing of Natural Capitalism.

Curitiba is different. A series of mayors, most of them architects, have worked to reverse the trends to which his and other Brazilian cities had fallen victim: poverty, disease, and unemployment. Using integrated design principles, akin to the whole-systems problem-solving model that frames natural capitalism, the city of Curitiba built itself into one of the most stunning examples of good urban planning in the world. Pedestrians reclaimed the streets. Shop owners were inundated with throngs of happy customers. Rows of children painting pictures stretched for blocks along malled streets. In Hope, Human and Wild, his follow-up to The End of Nature, author Bill McKibben chose Curitiba as one of three places on earth that provides a realistic and hopeful model for the future of our planet.

In the process of describing this reclaimed and rejuvenated city for Natural Capitalism, RMI's Amory and Hunter Lovins established relationships with leaders in Curitiba and across Brazil. Now, RMI has been called back to work with partners in business, government, and civil society, to extend and invigorate the "Curitiba miracle" to levels of performance not yet seen in Curitiba, but also, through the power of example and the propagation of profitable and environmentally sound design principles, to affect the course of development across Brazil and beyond.

This is not a case of Northern "experts" imposing a solution on the South. Rather, in our work with our Brazilian partners, we will use natural capitalism as a filter through which we can view, assess, and understand Brazil's unique sustainability initiatives, and as a framework that can extend and invigorate them, and help to identify further opportunities.
With initial funding from the Summit and Overbrook Foundations, RMI is conducting design charrettes with corporate and government clients and developing a distance learning program to capitalize on what we see as a uniquely "teachable moment" in Brazil, and in the state of Paraná in particular. These are the first steps in a long-term effort.

Getting Down to Work
Aware that a target as broad as Brazil's economic rise to prominence could consume the productive capacity of RMI's entire organization, we have chosen to begin with a few manageable projects in both the private and public sectors. By first achieving smaller successes with eager Brazilian partners, we hope to leverage the influence of natural capitalism across many disciplines later.

In March 2001, a contingent from RMI, in the form of ENSAR Group architect Greg Franta, RMI's Brazilian "Ambassador" João Antonio Prosdocimo, and RMI Associates Huston Eubank and David Payne, spent an intense two weeks together in Brazil. We found the people extremely accessible, welcoming, interesting, and interested. Here is a summary of some of RMI's extensive work on several projects in Curitiba:

Waste Water: Advanced wastewater treatment for the State of Paraná.
In Summer 2000, the state water utility Sanepar hosted a presentation by Amory on natural capitalism and water efficiency at its Curitiba headquarters and a briefing at its field office in Foz do Iguaçu in western Paraná. In response to their request for implementation assistance, we are preparing an integrated sustainable design charrette on wastewater management, with these goals: to reduce energy and capital intensity of water treatment; to improve overall treatment capacity and performance; to clean up the rivers; to launch a decentralized biological waste treatment pilot project; and to develop a model for distributed biological waste treatment that can be implemented in the immigrant villages and favelas (slums).

RMI is working with the leading practitioner of this approach, Living Technologies, Inc., which designs, builds, and operates innovative wastewater treatment systems called "Living Machines" (www.oceanarks.org; see the Spring 2001 RMI Newsletter for an article on John Todd and "Living Machines"). As described in Natural Capitalism, Living Machines "eliminate the need for the chlorine, polymers, aluminum salts (alum), and the other chemicals used in conventional wastewater treatment plants. A biological treatment plant costs about the same or less to construct, especially for small-capacity systems. It yields valuable fertilizers and soil amendments instead of toxic chemical hazards, looks like a water garden, greenhouse, or wetland, doesn't smell bad, and yields safer, higher-quality water."

School Design: Curitiba's new schools.
With nearly 100 children born daily, Curitiba must spend 27 percent of its budget on education. Its 120-odd schools, many reused for adult education at night, have achieved one of Brazil's highest literacy rates. Yet many of these buildings are vestiges of a past era of design, embodying many of the inefficiencies that natural capitalism describes how to overcome. Representatives from the Curitiba municipal school system who attended Amory's Summer 2000 seminar on natural capitalism expressed interest in working with RMI to construct model schools incorporating daylighting, energy efficiency, resource-efficient construction, air quality, and other green building qualities and techniques. We are currently analyzing Parana's prototypical school design and will present our findings this summer. We will then work with them to implement some of our recommendations in one of their existing schools. The results of this pilot will be put into a statewide guideline for construction of new schools.

School Curriculum: Graduate engineering, technology curriculum And distance learning.
Oberlin Professor David Orr, the leading proponent of integrating the environment and education, believes that changing the procurement, design, and investments made by our educational systems represents "the foundation for a radically different curriculum than that presently offered virtually anywhere...;" Our work in school design is providing just this sort of "hidden curriculum" to schoolchildren. In addition, we are working with graduate programs such as CEFET (The Federal Center of Technological Education) to embed the lessons of sustainable design into design, engineering, and environmental management curriculum. We are also exploring web, email, and videoconference links via Paraná's "Electronic University." These academic distance learning initiatives will be integrated with the following business and public education ventures:

Executive Education: Distance learning and "online community building."
Amana-Key, co-sponsor of the Brazilian Portuguese version of Natural Capitalism (Capitalismo Natural), is one of Brazil's leading executive training companies. Over the past 15 years, Amana has trained over six thousand top corporate managers at its campus retreat in São Paulo. The thrust of the program is "out-of-the-box" and innovative thinking. Sustainability is a core aspect of the program and a personal priority for Amana CEO Oscar Motomura. RMI will work with Amana to create original content, using digital technology to enhance and extend the highly effective and interpersonal programs that are underway at Amana.

Broadcasting: Satellite-broadcast executive learning.
DTCom is a satellite television and web-based self-improvement, management, and strategy content provider. The leader in its field in Latin America—with 73 subscribers and 600 satellite receivers installed (ranging from North Florida to Patagonia)—DTCom provides an excellent channel for disseminating sustainable design and business knowledge, and for highlighting natural capitalism. We are providing video presentations and case stories to DTCom that will be subtitled in Portuguese and broadcast on its "strategy" channel and possibly on a future "sustainability" channel.

Mall Development: Sustainable mall development.
For the last decade, malls have been one of the fastest-growing sectors in Brazilian real-estate development. In part, this building boom has been a response to historically high levels of violence and theft, so secure malls have become the community centers for many urban neighborhoods. In March we toured several malls and made presentations to members of Brazil's largest mall development company and its design team. A report commissioned by the US utility Pacific Gas & Electric documents a 40% increase in retail sales in well day-lit stores (such as Wal-Mart's experimental "Eco-Store" in Lawrence, Kansas). Brazilian developers' response to daylighting and other green development techniques was very positive. We expect that this growing relationship will yield a number of positive outcomes in the coming year.

Transportation Research: Hypercar
® research & development.
While Curitiba's bus system is second to none in the world, Brazilians do like to drive (Brazilian Formula One racing outpaces America's NASCAR in its fanatic following). Small cars rule the streets and SUVs look like the dinosaurs they are—so what appeal does an "Explorer-class" Hypercar
® vehicle have in Brazil? Not much. Working with our partner at TECPAR (Paraná's research & technical institute), Dr. Ricardo Torres, RMI will therefore promote the localization of Hypercar® technology for the Brazilian market.

An appropriate Brazilian Hypercar® industry could decrease by up to tenfold each of four key parameters of automobile manufacturing:

• The time it takes to turn a conceptual design into a new car on the street;

• The investment required for production (the main source of automakers' financial risk);

• The space and time needed for assembly;

• The number of parts in the autobody —perhaps even in the entire car.


Meanwhile, fuel would fall by about fivefold (and use by 100 percent) and materials use by about tenfold. Together, such advantages would make the Brazilian auto industry significantly leaner and cleaner.

Learning From the South
All too often, North Americans try to foist ideas on our neighbors to the south. In Brazil, RMItes implementing natural capitalism are engaged in transforming the course of South America's economic dynamo while at the same time learning from Brazil's remarkable sustainable development innovations. We then hope to transfer that learning to a Northern Hemisphere in need of such ideas

 

VIII 

 

 

 

Que Diz Esso (ExxonMobil)?  Do seu sitio no internet:

 

 RESPONSABILIDADE SOCIAL

Como empresa, a Esso tem como objetivo primário a geração de lucros e a remuneração de seus acionistas. Mas nossa responsabilidade não pára aí. Como cidadã corporativa, a Esso tem também um papel social que deve ser destacado.

  • O apoio à educação, patrocinando programas e entidades
  • O suporte ao meio ambiente, com programas que enfocam a preservação de nossos recursos naturais.
  • No âmbito interno, a Esso se compromete a ser um empregador responsável, enfatizando aspectos de saúde e segurança no trabalho.

Mas, ha anos, em Realidade:

 

geral
09/05/2001

Greenpeace lança boicote contra Esso britânica apoiado por celebridades


O Greenpeace e celebridades mundiais lançaram nesta terça-feira na Grã-Bretanha um boicote à Esso, braço europeu da empresa norte-americana Exxon Mobil.

O motivo da manifestação é que o conglomerado está entre as cinco empresas que apoiam a decisão dos EUA de não ratificar o Protocolo de Kyoto, que estabelece a redução da emissão de gás carbônico.

Entre as celebridades estão a ex-modelo Bianca Jagger, a cantora Annie Lennox e o ator Ralph Fiennes.

As entidades, que consideram a Esso o vilão número do aquecimento global, pedem que o público britânico não abasteça seus carros nos postos até que a empresa prometa dar seu apoio ao Protocolo de Kyoto.

A Exxon Mobil não aceita as provas científicas de que a queima de combustíveis fósseis está relacionada com o aquecimento global.
(ambientebrasil)

     

 

Voce pode usar esta link para traducir texto:

http://babelfish.altavista.com/

  

     Escreva Uma Carta a Rex Tillerson, CEO de ExxonMobil nos EUA: http://www.exxposeexxon.org/  ou  http://ucsaction.org/campaign/exxpose_exxon_2_2006

        e otros executivos altos da empresa:

http://www.coopamerica.org/takeaction/exxon/index.cfm

 

ou para combinar com Esso do Brasil: http://www.esso.com/Brazil-Portuguese/PA/Suppinfo/Brasil_Contact_Us_form.asp

 

IX.  Otros Campanhas das empresas que tem origem na EUA: Apple, Ford, e Walmart

   1. http://members.greenpeace.org/sites/greenmyapple/index.php

 

               http://www.apple.com/br/

 

               Quanto custa um Apple em Brasil, e porque tao muito?:  http://www.petitiononline.com/applebr/petition.html

 

     2. Acao com Ford Motors: http://www.coopamerica.org/takeaction/

http://www.coopamerica.org/takeaction/fordandgm/

 

Ford tem politica meio ambeintal, que e bom.  Mais definitivamente, parace que nao

estao fazendo bastante para eficiencia de usar gas, certamente nos EUA.  Do seu sitio brasileiro:

Proteção ao meio ambiente

Muito além da atividade econômica, a Ford tem um compromisso com o desenvolvimento que não agride o meio ambiente. Buscando proteger e conservar, a Ford assume a responsabilidade social e trabalha duro para manter seu compromisso. Leia abaixo a carta oficial que fala dos valores da nossa empresa quanto a esse assunto.

Carta de Política Nº 17
O desenvolvimento econômico sustentável é importante para a futura prosperidade da Companhia, assim como da sociedade em geral. Para ser sustentável, o desenvolvimento econômico deve oferecer proteção da saúde humana e da base de recursos do meio ambiente mundial. É política da Ford que suas operações, produtos e serviços cumpram suas funções, assumindo responsabilidade pela proteção à saúde e ao meio ambiente.

https://www.ford.com.br/Default.asp#inicio

 

3. http://www.coopamerica.org/takeaction/walmart/index.cfm

http://www.venezuelanalysis.com/articles.php?artno=1631

 The New Cooperative Movement In Venezuela’s Bolivarian Process Saturday, Dec 17, 2005 Print format Por: O Camila que Piñeiro Harnecker

     Eu chegou em Caracas en julho de 2005 com alguns contatos em diferente cooperativo, ansioso sobre como classificaria pelos mais de 70.000 cooperativo que o Superintendencia Nacional de Cooperativas (Superintendence Nacional de Cooperativo- SUNACOOP) tinha referido a em suas declarações recentes de prensa. De fato, eu achei cooperativo em toda parte. Entre uma noite e a manhã seguinte, eu tropeçei em quatro cooperativo em alguns lugares bastante inesperados: um grupo de artesãos na vizinhança perto do meu hotel, um grupo de guias de excursão que entreteve crianças num parque próximo, a tripulação de limpeza de um escritório construindo onde fui conduzir uma entrevista, mesmo os motoristas de táxi na frente do hotel onde eu permanecia tinha partido seu empregador privado Formar uns cooperativo.espaços para empresas pequenas, especialmente cooperativo, foi aberto por um grande número das administrações municipais, instituições públicas, e empresas, incluindo companhia de óleo da Venezuela, PDVSA. Estas agências estabeleceram procedimentos de contrato-lance isso, enquanto qualidade competitiva exigente e custos, não discrimina contra empresas pequenas e cooperativo. Eles também encorajaram trabalhadores empregados por empreiteiros privados formar cooperativo. Por exemplo, CADELA, um dos cinco ramos regionais do estado-possuiu companhia elétrica nacional, encorajou sua manutenção e trabalhadores de subcontratação de segurança deixar seus empregadores privado e forma o próprio cooperativo. CADELA é uma empresa sob cia-gerência, e foi muito auxiliadora de cooperativo. [eu] as estações Semelhantemente, a maioria de de Caracas' sistema rápido estado-possuído de transporte são mantidos por cooperativo criado por empregados de negócios privados anteriores. O Público Trabalha Divisão de Caracas' municipalidade principal promoveu Local Trabalha Gabinetes onde vizinhos organizam se em tabelas trabalhadoras decidir que trabalhos de público em infraestrutura devem ser feitos, e supervisionam-nos. A comunidade também decide que cooperativo na vizinhança executa o trabalho. [ii] Quando Presidente Hugo Chavez supôs poder em 1998, havia só 762 cooperativo em Venezuela. [iii] Estes cooperativo, como o resto de sociedade venezuelana, tinha sobrevivido as medidas estruturais de adaptação começado pela presidência de Carlos Andres Perez em 1989. Nas últimas duas décadas, PIB venezuelano caiu quase continuamente, e desigualdade tornou-se extremo. Um calculou 80 por cento da população vivida em pobreza e mais que metade do emprego estava no setor informal. [iv] A economia venezuelana é também pesadamente dependente em renda de óleo, com a maioria de seu PIB vindo de exportações de óleo. [v] Muito do alimento é importado, bem sob níveis mínimos de produção de alimento da FAO para alimento self-sufficiency.[ vi] lidar com este social e econômico situação, o Chavez administração Novo modelo de desenvolvimento, referiu a como "desenvolvimento endógeno". Seu conceptualization tira pesadamente de idéias do Sunkel de Osvaldo em Desenvolvimento por dentro: em direção a uma aproximação de neostructuralist para a américa latina (1993), que indica uma adaptação de apólices de substituição de importação onde desenvolvimento local, ajustado a suas condições específicas e empregando recursos locais, eqüidade e desenvolvimento humano são dados prioridade. A interpretação oficial de desenvolvimento endógeno também realça a importância de local, diversificado e desenvolvimento sustentável, e o compromisso respeitar culturas diferentes dos venezuelanos e identidades. [vii] a maioria de significativamente, aproveitando seu compromisso incluir os setores historicamente-marginalizado da sociedade venezuelana, o governo de Chavez também reconhece a necessidade "democratizar" a economia, desigualdades de combate e encorajam solidariedade para pagar o acumulado "dívida social" ao popular O modelo crescentemente veio definir as estratégias de desenvolvimento do "a Revolução de Bolivarian". Em seu agosto 2005 relatório, SUNACOOP registrou um total de 83.769 cooperativo, com mais de 40.000 cooperativo criado em 2004 e quase 30.000 mais cooperativo formado nos primeiros oito meses de 2005. O número total de sócios en outubro de 2004 era 945.517, para cima de 215.000 em 1998. Esta proliferação origina no reconhecimento de cooperativo por todo a 1999 Constituição de Bolivarian como atores econômicos chave dentro da economia social da nação, retratado como ferramentas para inclusão econômica, participação (artigo 70), e descentralização de estado (artigo 184). Mais significativamente, o estado é esperado "promover e proteger" cooperativo (artigos 118 e 308). Não era até que o Ley Especial de Asociaciones Cooperativas (Lei Especial de Associações Cooperativas) foi publicada en setembro de 2001 que números crescer começado com quase uns 1.000 cooperativo em 2001, mais de 2.000 o seguinte ano, e mais de 8.000 em 2003.[viii]In março 2004, o Misión Vuelvan que Caras foi criado "mudar a nação econômico, social, político e modelo cultural para atingir um Estado de Justiça e Lei Por um desenvolvimento socioeconómico endógeno, como afirmado na Constituição de Bolivarian". [ix] a maioria de estudantes eram graduados recentes de outras missões educacionais que permitiram venezuelanos acabar primário e educação secundária. As missões são programas sociais promover educação, saúde, cultura, financiada pela sobra de renda de óleo e administrado diretamente pelo executivo. Foram criados pela administração de Chavez como estruturas paralelas evitar a burocracia herdada pelos ministérios existentes. Por Vuelvan Caras, entre dezembro 2004 e 2005 de maio, 264.720 estudantes graduaram-se de semestre-longo a classes de um ano em técnico, administrativo, e assuntos históricos, assim como em cidadões e valores cooperativos. Durante este período, estudantes receberam uma bolsa de estudo e a oportunidade de melhorar sua qualidade de vida, especialmente saúde e abrigar condições. Embora graduados de Vuelvan Caras são livres para procurar emprego individual ou micro-empresas de forma por si, foi feito claro que cooperativo eram uma forma preferível de organização, que seria dado prioridade para apoio de estado. Os estudantes na missão foram encorajados formar cooperativo e 195.095 graduados, ou quase 70 por cento, fizeram, resultam em 7.592 novo cooperativo. [x] En setembro de 2004, o governo venezuelano criou um Ministerio de Economía Popular (o Ministério de Economia Popular- MINEP) apoiar e institucionalizar o Vuelvan Caras programa, e coordenar o trabalho do existir e recentemente criado emprestando instituições. Seu papel é coordenar e traçar apólices promover micro-empresas, cooperativo, e outro se-apoiando unidades produtivas que contribuem a poço-ser coletivo e dignificam trabalho produtivo. [xi] publicações do MINEP mantêm esse Vuelvan Caras não é um programa de emprego, e que cooperativo não são promovidos para cumprir seu compromisso fornecer emprego para todos graduados de Caras de Vuelvan, mas porque cooperativo são vistos como um componente central de Uma racionalidade centrou poço-ser em direção de coletivo acumulação antes que capital". [xii] depois do governo de Chavez ganhou um plebiscito de recordação que parte seus oponentes dobando, Chavez definiu o "novo mapa estratégico" para uma etapa subseqüente do "a Revolução de Bolivarian" numa reunião com funcionários de governo en novembro de 2004. Entre os 10 objetivos estratégicos que Chavez mencionou era o compromisso "avançar na conformação de uma nova estrutura social", "um novo modelo democrático de participação popular", e "acelerar a construção de um novo modelo produtivo em direção da formação de um novo sistema econômico". [xiii] A criação e apoio de cooperativo integrado em Núcleos de Desarrollo Endógeno (Desenvolvimento Endógeno Destina - NUS) por MINEP, é uma estratégia chave em direção de Objetivo. Um NU é formado por um ou mais Vuelvan Caras’cooperatives que une-se projetar um projeto, com o auxílio de especialistas do MINEP, para um espaço físico (terra, as fábricas, instalações) identificaram e podem ser feitos disponível por MINEP. Quando a proposta de projeto é acabada e é aceitada, o cooperativo recebe em-local apoio técnico e o crédito necessário, geralmente em zero interesse e com algum período de graça; e o espaço físico, geralmente fornecido em usufruct. Em maio, 2005, havia 115 zonas ativas de desenvolvimento com um total de 27.975 graduados de Caras de Vuelvan (perto de 10 por cento de todos graduados) em 960 cooperativo (perto de 12 por cento de todo cooperativo criado dentro da missão)- 73,5 por cento em agricultura com 20.411 graduados em 699 cooperativo; 14,8 por cento em indústria com 4.377 graduados em 155 cooperativo; e 10,4 por cento em turismo com 3.063 graduados em 103 cooperativo. [xiv] Em visitas a um NU especializando-se em fabricar, um especializar em agricultura, e outro especializar em turismo, eu podia observar uma grande quantidade de todo o esforço necessário e dificuldades envolvido em estabelecer um NU. Os especialistas de MINEP forneceram em-local de constante auxílio técnico e burocracia empurrada de modo que a infraestrutura e entradas que foram supostas ser obtidas pelo cooperativo de instituições públicas, como foi declarado em seus contratos, realmente foram entregados. Membros bem cooperativos referiram a problemas internos de comunicação como o desafio maior, mas pareceram ser esse tempo esperançoso e prática sob direitos iguais os resolveriam. Bem cooperativo tem pequeno administrativo e habilidades de gerência, e só poucos começaram tomando as classes em gerência e administração fornecido por MINEP. No entanto, bem cooperativo eu conversei a pareceu ser muito ciente da importância de produtividade. Sua produtividade de compromisso moral não é única ("Vuelvan Caras tem que ser um êxito"), mas também racional no sentido econômico. Para receber novos créditos e mantem os recursos dados em usufruct, cooperativo tem que saldar seus empréstimos e submete com sua maioria de contratos.o do cooperativo estão na produção de mercadoria e serviços e em agricultura. [xv] foco do MINEP em agrícola e fabricando cooperativo é indicativo do prioritário dado a produção dessas mercadoria necessário fornecer necessidades básicas. É também coerente com o objetivo da administração de Chavez de alcançar segurança de alimento e reduzir dependência em importações de outros produtos necessário satisfazer março básico de necessidades.desde que, 2005, MINEP esteve no processo de instalar comitês técnicos regionais descentralizar suas funções e serviços. Cada comitê técnico regional encapsula todas instituições de estado subordinam a MINEP, incluindo SUNACOOP, o Instituto Nacional para Educação Cooperativa (INCE; que fornece a maioria do logístico e especialistas) e as seis instituições especializadas de financiamento, vários deles criaram por o governo de Chavez. O objetivo é criar uma "sinergia" descentralizado de instituições públicas caracterizado por acessibilidade pública e transparência administrativo, permitindo mais descuido de cidadão. Adicionalmente, esta aproximação de organização é projetada prevenir bureaucratization, inaptidão, corrupção, e outros males. Em direção de sua meta de colocar todos graduados, MINEP logo planeja ativar outra 140 zonas de desenvolvimento. [xvi] também aponta fornecer financiamento para todo Vuelvan Caras cooperativo, 60 por cento de que (4.036) já receberam mais de $265 milhões, enquanto uns adicionais 30 por cento foram esperados recebê-lo em setembro 2005.[xvii] En setembro de 2005, MINEP segurou o primeiro de uma série de reuniões regionais com a meta de "debatendo e resolvendo aspectos estratégicos do Vuelvan Caras desempenho da missão em cada estado do país". [xviii] uma vez todo cooperativo e zonas de desenvolvimento estão ativas (tendo recebido instalações, auxílio técnico e crédito, se for necessário), planos de MINEP começar um novo ciclo do Vuelvan Caras missão. Caras II de Vuelvan é esperado começar en janeiro de 2006 com mais de 700.000 estudantes e esperanças organizá-los em outro 2.000 cooperatives. [xix] além de fornecer auxílio técnico, infraestrutura, créditos para cooperativo e micro-empresas, MINEP também procura assegurar mercados para cooperativo' produção e ajudar organiza contratos com instituições de estado e empresas por cumes de negócio. A agência trabalha integrar pequeno e empresas médias com cooperativo em correntes de produção, e facilitar contratos com compradores estrangeiros por acordos bilaterais. Embora cooperativo são esperados inicialmente produzir para auto-suficiência e esses local vende podem alcançar com o próprios recursos, produção para mercados nacionais e estrangeiros não são rejeitados, mas ativamente é perseguido. A idéia principal é que cooperativo ou zonas de desenvolvimento devem integrar com outro cooperativo adicionar valor por processamento e transformação, e distribuir e comercializar mercadoria enquanto evitando intermediário críticos destas apólices do ponto de administração de Chavez à corrupção crescente resultando da manipulação de créditos a cooperativo. Mas embora há sempre algum meio de iludir um jogo de regras, MINEP que nois financiando instituições tentam de prevenir isto por apertar empréstimos à lista de recursos específicos mencionado no projeto, que o cooperativo obtem em espécie. O que é mais importante, novos mecanismos legais estabeleceram na Constituição de Bolivarian, o Ley Contra la Corrupción (Lei contra Corrupção, 2003), o Ley Orgánica de General de Contraloría de la República (Lei Orgânica para o Auditor Geral da República, 2003) e Ley Orgánica de la Administración Pública (Lei Orgânica para a Administração Pública) foi criada permitir todos cidadãos externar "controle social" de recursos de estado e divulga funcionários responsável. No entanto, a permanência em instituições públicas de burocratas herdados que não são cometidas mudar, nem que usa suas posições sabotar o processo, parece estar limitando a eficácia destes mecanismos para controle social. Uma vez preços de óleo descem, os recursos gastados nestas apólices terão sido perdidos, críticos argumentam. Muitas preocupação sobre o tamanho de reservas petrolíferas da Venezuela e predisse de 25 a 100 anos de estoque. No entanto, por investir em capital humana e promovendo pequeno e empresas médias, a administração de Chavez basicamente faz que a maioria de economistas, incluindo neoliberals, aconselhou. Podia ser o caso que cooperativo meio não são mais economicamente eficiente de atribuir uns recursos da nação, mas até que um meio diferente de democratizar que a economia aparece, parece que uma alternativa desejável. Embora a implementação destas apólices não é livre de problemas, se consideramos as limitações e doente de industrialização à larga escala, é duro de vislumbrar um melhor meio de criar emprego, estimula a economia, e reduz dependência em exportações.em numerosos relatórios de prensa e entrevistas pessoais, superintendente de SUNACOOP e outros funcionários admitiram isso há muitas deficiências entre o recentemente formado cooperativo, principalmente devido a uma falta de cooperativo E habilidades administrativos. O ministro de MINEP reconheceu que algumas empresas regulares "foi transformado em cooperativo, mas não com a intenção de transferir poder a seu […] de trabalhadores mas escapar impostos nacionais de que cooperativo são isentar". [xx] Das irregularidades detectadas por SUNACOOP nos menos que 300 cooperativo revisou por julho 2005, 50 por cento contabilidade envolvida e injustiças administrativos, 30 por cento originaram se da exclusão de membros de sobras, 22 por cento de A decisão-fabricação, e um por cento de subcontratar empreende trabalhadores para mais que temporário (meses de três-seis) períodos. [xxi] Muitos passos foram tomados para negociar com estas deficiências, que também resulta do fato que SUNACOOP não foi preparado lidar com aumento tão rápido no número de cooperativo. De fato, SUNACOOP operou com só oito auditores, e cada auditoria exige uma média de dois dias. [xxii] Desde que junho 2005, SUNACOOP arremessou um esforço acelerado certificar e revisar todo cooperativo para identificar problemas e endereça-os. Eles agora têm ao menos um auditor em cada um dos 24 estados (como parte do processo de descentralização) além de seis auditores em Caracas, e planejam revisar 1.742 cooperativo de setembro a dezembro 2005.[ xxiii] O plano é revisar todo cooperativo para fornecê-los com um "pedagógico" avaliação, incluindo recomendações e medidas que deve ser tomado para evitar sanções ou cancelamento. O orçamento DO SUNACOOP foi aumentado e receberá mais o pessoal, equipamento, e a tecnologia. Desde que "cooperativism tornou-se um eixo de transversal do governo nacional apólices públicas," SUNACOOP é esperado trabalhar em conjunção não só com MINEP mas também com outras instituições de estado. [xxiv] En agosto de 2005, concluíram a primeira ronda de uma série de reuniões discutir a situação do movimento cooperativo e obtem entradas para sugestões de apólice e mudanças que devem ser feitas a regras e leis. Estas reuniões são também uma tentativa empurrar em direção da integração do novo movimento cooperativo com o tradicional ou pre-Chavez movimento.quando conversar cooperativo venezuelano a membros de movimento cooperativo tradicional da Venezuela, eu anotei que embora tinham sido convidados participar no escrito da Lei de Cooperativo, sentiram-se excluido de policymaking. Argumentaram que a promoção do governo de cooperativo é irresponsável e oportunista porque fizeram-no demais fácil de criar um cooperativo (o requisito de provar que praticabilidade foi eliminada), e que são sidos usados para agendas políticas. Bem novo cooperativo são sentenciados a fracasso, críticos dizem, porque são dependentes em recursos de estado e eles faltam gerência e habilidades administrativos. Eles também criticam MINEP para criar cooperativo com membros que não compartilha os valores cooperativos e para corrompê-los por fornecer crédito fácil e ajuda paternalista demais. Às vezes onde o debate político sobre a administração de Chavez em Venezuela era altamente divisora, tensões correram forte. Mas há sinais que o relacionamento melhora, como SUNACOOP publicamente convidaram estes tradicional cooperativo participar nos debates sobre um conselho nacional cooperativo e revisão das leis. En setembro de 2005, o Ministério Estrangeiro venezuelano segurou uma reunião com o Central Nacional de venezuelano Cooperativo (CECONAVE; o corpo principal de integração do movimento cooperativo tradicional) explorar meios de apoiá-los, especialmente ajudá-los acedem mercados externos, e aprender de suas experiências bem sucedido. [xxv]It’s ainda demais cedo a asses o impacto real de cooperativo em Venezuela. Mas totalmente não seria enganado afirmar que contribuíram ao aumento em emprego formal [xxvi] e produção econômica não derivada de exportações de óleo. [xxvii] a maioria de importante, o novo cooperativo em Venezuela são esperados ser cometido ao poço-sendo da comunidade em que eles são localizados. Em artigos três e quatro da 2001 Lei de Cooperativo, é declarado isso "responsabilidade social" e "compromisso com a comunidade" são, respectivamente, entre os valores e princípios de cooperativo. Em entrevistas com 25 cooperativo podia observar que estas idéias largamente foram compartilhadas. Sem ter em conta sua vida curta e escassos recursos, muitos cooperativo fez doações à comunidade e emprego temporário fornecido a esses que estão bem desesperado. Os grupos de activistas socialmente-cientes de comunidade criaram sem lucro cooperativo fornecer serviços muito-necessários e melhora seu padrão das comunidades de vida. Consolidar isto "responsabilidade social," a administração de Chavez aconselha cooperativo e outras empresas tornar-se Empresas de Produccion Social (Empresas Sociais de Produção- EPS), que são esperados ser altamente responsivo das comunidades em que eles localizam.ainda que muitos do novo cooperativo fracassa, não seria um indicador que a promoção de cooperativo é uma apólice indesejável de desenvolvimento. Antes, mostraria que desenvolvimento exige apoio eficiente de estado ambos em termos de fornecer educação e recursos quebrar com o ciclo de pobreza e underdevelopment. Como Chavez disse, emprestando de professor do Bolivar, Simon Rodríguez, "se nós não tentamos, nós já cometemos um erro" ("erramos de o de inventamos de o"). A tecla para o êxito do novo cooperativo é Venezuela parece ser a achado um equilíbrio entre voluntarism e pragmatismo, de modo que ele o ímpeto para mudança eficientemente seja traduzido em transformação concreta e durável. [eu] 575 cooperativo foi contraído para mais que $3,2 milhões de valor de serviços em 2004, e para quase $3 milhões de janeiro a junho 2005 [CADELA: O Informe NÃO. 21040-0000-26. Julho 2005].[ ii] Em 2004, 50 por cento de todo o projetos no municipalidade foram executados por 170 cooperativo, eleva-se a quase $1 milhão [Marta Harnecker: La Experiencia do Presupuesto Participativo de Caracas. Dezembro 2004].[ iii] SUNACOOP: mensal relatório. Agosto 2005.[ iv] Albo, Greg. 2005. A Venezuela sob Chávez: a Revolução de Bolivarian contra Neo-Liberalismo. Em "A Revolução Inesperada: as Pessoas venezuelanas Confrontam Neo-Liberalismo. Série socialista de Panfleto de Intervenções. Marche 2005.[ v] ECLA. Almanaque estatístico para a américa latina e o Caribe, 2004. Santiago: A Publicação de Organização das Nações Unidas, abril 2005.[ vi] PROVEA. O Situación de olhai Derechos Humanos en Venezuela: Informe Anual: Outubro. 2003- setembro. 2004. Caracas, 2004 pp. 57 [vii] MINEP: O Informe de para de Gestión la General de Asamblea de la OEA. Possa 2005.[ viii] Ibid. [ix] Ibid. [x] Ibid. [xi] Ibid. [xii] Ibid. [xiii] Ministério de Comunicações e Informação: Mais alto de Nivel Alto "estratégico de mapa de nuevo de El". Setembro 2004.[ xiv] MINEP: O Informe de para de Gestión la General de Asamblea de la OEA. Possa 2005.[ xv] Do total número de cooperativo, 54 por cento estão em mercadoria e serviços produção, 30 por cento estão em agrícola produção, 9 por cento em transporte, 4 por cento em social serviços, 2 por cento em consumo, e 1 por cento em poupança e créditos [SUNACOOP: mensal relatório. Agosto 2005].[ xvi] Ibid. [xvii] MINEP prensa: Financiadas 60% de cooperativas de Vuelvan Caras. MINEP inicia gabinetes regionales. Setembro 2005 [xviii] Ibid. [xix] prensa do MINEP: Vuelvan Caras II cooperativista de económico de modelo de el de consolidar de buscará. Setembro 2005.[ xx] SUNACOOP prensa: Nacional 2006 de Presupuesto: MINEP destina 13 millardos de bolívares para SUNACOOP. Setembro 2005.[ xxi] SUNACOOP: Planeje de Fiscalización Nacional de Cooperativas. Setembro 2005; e outro informa. [xxii] declarações de funcionários de departamento de auditoria do SUNACOOP [xxiii] SUNACOOP: Planeje de Fiscalización Nacional de Cooperativas. Setembro 2005 [xxiv] prensa do SUNACOOP: O vigilancia de profundiza de SUNACOOP en cooperativas de las. Setembro 2005.[ xxv] VHeadline: Ministério estrangeiro (MRE) ajudar movimento cooperativo venezuelano expandir no estrangeiro. Setembro 16, 2005.[ xxvi] O desemprego índice diminuiu de 16,8% em 2003 a 13,7% em 2004. A maioria de significativamente, o índice de emprego no setor formal aumentado de 47,3% em 2003 a 54,2% em janeiro-junho 2005 e o índice de emprego no setor informal diminuído de 52,7% em 2003 a 45,8% em 2005 [Instituto Nacional de Estatística: Junho 2005].[ xxvii] No primeiro semestre de 2005, construção cresceu em 20,3 %, comércio e não governamental serviços em 20,3 % e fabricação em 12,4 % [Governamental Econômico Relatório. 2005 em http://www.gobiernoenlinea.gob.ve].

Bite Back! The Return of the Co-Op The Pollen and the Bees By Joseph Huff-Hannon

The New Internationalist #368 June 2004 Link to original article.

     Thousands of Argentineans have set up co-ops to save their bankrupt workplaces from closure. Joseph Huff-Hannon reports on their experience. In Argentina the banks steal money, the kidnappers are the policemen, and companies are bankrupted by their own management. What we are discovering now is that it is often the workers who can run them much better.’ Sergio Ciancaglini, journalist NEW arrivals in Rosario often find it hard to pass up a shot of espresso or a milanesa sandwich at a nondescript café inside the main bus terminal. Argentineans are endearingly loyal to their gastronomic habits, and here in Rosario they can afford to be loyal to their politics as well, though their taste buds might not know the difference. Nubecoop is the first ‘fast-food’ co-op in the country, run by its workers since January 2003, after they had occupied the premises illegally for over a year. The restaurant’s monthly profits are now shared equally by the nine employees. ‘Now we take home 1,000 pesos each. Before we earned 400,’ says Walter Martínez, who has put in 12 years making coffee and drinks behind the bar. While the members of the co-op work more hours now than they did under the old boss, you won’t hear Martínez waxing nostalgic about him. ‘We may have more responsibilities now, but there are fewer pressures. And working without a boss is priceless.’ Nubecoop is just one example of a growing ‘franchise’ in Argentina: worker-run ‘recovered’ businesses. A characteristic of these new co-ops is their diversity: a refrigerator factory in Tierra del Fuego, schools in Buenos Aires, an auto-parts factory in the city’s suburbs, a newspaper in the city of Córdoba and the largest ceramics factory in Latin America - Zanón in Patagonia. Since capital flight and currency devaluation unleashed a devastating economic depression at the close of 2001, over 200 failing businesses in Argentina have been occupied, legally expropriated and reopened as worker co-ops. In December 2001, when city squares nationwide were taken over by angry citizens, few predicted that the accepted wisdom about how to run a business would come crashing down with the Government. But across the country that wisdom is being hotly disputed. Thousands of traditional businesses were declared bankrupt after the currency devaluation of 2002, and tens of thousands of Argentineans were forced into collecting cardboard in the streets for a living. So far, not one of the new worker co-ops has gone out of business. They employ over 15,000 people. Almost all of these jobs are the end result of months of struggle. Workers often live in their bankrupt businesses to resist eviction and lawsuits from the former owners. They face all manner of roadblocks to stop them formalizing their coops and getting the businesses back up and running. This is why they have come to be known as the ‘recovered’ workplace or factory movement. From the ruins of a dying business, time and again people have banded together and fought to recover what has meant most to them, in a country with record unemployment and growing poverty – their jobs and their dignity. Farewell, old Argentina ‘Of course it is easier to have nice vacations in the summer and winter, teach your class and go home,’ says Veronica Mohr, one of the teachers at the Communications Institute, a co-operatively run school in Buenos Aires. ‘But maybe we chose this because we see that in Argentina today that way of life is over. And we see that we’ll have to redo many things to change the reality of this country.’ The challenges involved are the same here as elsewhere. Salaries are equal, issues are discussed among all, every member has a vote and decisions are made in an open assembly. In this nation of talkers, such assemblies can drag on for hours. Abel, another teacher at the school, has an ironic take: ‘Sometimes the assemblies overflow with talk, but resolve very little. I think that we are very democratic, and in fact we discuss some of the smallest issues that perhaps don’t even need to be discussed – what to do with the keys, etc – where really someone should just say: “Okay, we’ll do it like that. Enough already!”’ The birth of these worker co-ops generally follows a pattern. After months of receiving a fraction – or nothing at all – of their wages, employees are informed of impending bankruptcy and told to vacate the premises. Sometimes the owners simply disappear in the dead of night, taking with them valuable machinery or inventory. Argentinean bankruptcy law – rewritten during the manic privatization spree of the 1990s – leaves no room for doubt that a functioning factory or workshop will soon be sold off and end up as so much scrap metal. The corruption of the process is blatant. Judges are bought off, companies are reacquired at a pittance of their value by former owners, workers are left with their hands empty. In ‘recovered’ businesses, however, workers choose not to sit on their hands. They refuse to stop using them. They ‘strike’ by working. Like bees in a field of wild flowers, the glimmer of hope offered by this movement is pollinating organically. ‘Something that should be clarified is that we don’t take over businesses that are functioning and paying salaries,’ says Cándido, a member of the Chilavert printing press in Buenos Aires, one of the first businesses to be occupied and reopened as a co-op in 2002. ‘We are taking businesses that have been abandoned by their owners.’ Chilavert is now a venerable ‘grandfather’ of this new family. ‘The most distinctive feature of this co-operative is that it wasn’t won merely by its eight workers,’ says Cándido. ‘It was also won by the neighbours; the teacher, the plumber, the grandmother from the neighbourhood who came out and fought off the police, who helped stop the eviction attempt.’ The law and more After winning the legal right to run the company, the co-op’s next task was to create something new out of the old – a new way of working together. ‘To be honest, we took over the premises in a reflexive act to save our jobs. Afterwards, when we formed the co-operative and started to make purchases and look over the accounting records on the computer – that is when this new idea starts turning around in your head.’ Like many a good idea, this one has taken on a life of its own. On a lazy spring day in 2003 the exemployees of the downtown Hotel Bauen met at Chilavert to discuss occupying the abandoned four-star hotel that had been their place of work for years. Months later, the employees of a small airline teetering on the edge of bankruptcy had the same conversation, this time at the Hotel Bauen, by now legally expropriated and managed by the Callao Co-operative. Like bees in a field of wild flowers, the glimmer of hope offered by this movement is pollinating organically – complete with legal staff and political organizers who help to propel the process. The National Movement of Recovered Businesses is one of numerous umbrella organizations that support the birth and growth of the co-ops. It is no easy task to restart production at a bankrupt business under the continual threat of eviction. The legal battle is, however, often the most ferocious and important. The occupations may have popular legitimacy, but it is legal expropriation that gives them the protection they need to keep working. The Constitution of Argentina provides for the right to work. In bankruptcy proceedings the movement’s lawyers make the case for the workers as ‘priority creditors’. They are often owed hundreds of thousands of dollars in back pay. With 20-per-cent unemployment, and widespread public fury with politicians, city and provincial legislatures have frequently found this a convincing argument. In case after case, legislation has handed failed businesses over to newly formed co-ops. The framework of a co-op is, however, not always the most appropriate. After the owners attempted to close it down, Clínica Medrano, a health clinic, was occupied and run for two years by 25 employees. In December 2003 the co-op chose to be absorbed into the public healthcare system of Buenos Aires. ‘The heart of our struggle was the defence of our jobs,’ says Alberto Bianco, one of the medics at the clinic. ‘We formed the cooperative within that framework. But we never said that healthcare issues can or will be solved by forming hundreds of co-operatives in the country. Healthcare has to be provided by the State – that is its obligation.’ What matters When the clinic functioned cooperatively it provided services to workers from other co-operatives, as part of an informal healthcare ‘ plan’. Despite a collective work arrangement and the equitable sharing of profits, the nature of the ‘product’ mattered. According to Daniel Coria: ‘Healthcare is different. We didn’t realize it but are learning that now. We couldn’t make a living. We lived off handouts, bags of food, but no real earnings.’ This is what it comes down to. The raison d’être of the movement is the preservation of jobs and a dignified life. People who have worked 10, 20, 30 years under a boss have to change everything about their working lives, often in unexpected ways, just to hold on to their livelihood. People are not simply ‘reclaiming’ their old jobs. They are also claiming new rights in the old workplace – the right to democratic decision-making, to discuss issues or grievances, to take on new responsibilities. Every month brings news of a new occupation or co-op. These are rights many more Argentineans would relish having. But not everyone is happy. At the Chilavert printing press, Cándido claims the old boss still stops by now and again, ‘to give us a hard time. He even said recently that he wants to come back and work with us. Not in a million years.’ About the Author: Joseph Huff-Hannon worked as a translator and researcher on The Take, www.thetake.org a documentary film commissioned by the Canadian Broadcasting Corporation about new social movements in Argentina in 2003. Many of the interviews in this feature were conducted during that time, others are more recent, and still others were obtained with permission from www.lavaca.org .http://www.thetake.org/bg_links.php Morda Costas! O Retorno da Cooperativa O Pólen e as Abelhas Por Magoa-Hannon de Joseph que O Novo Internationalist #368 junho 2004 Liga a artigo original. Os milhares de Argentineans montaram as cooperativas poupar seus locais de trabalho bancarrota de fechamento. Os relatórios de Magoa-Hannon de Joseph em sua experiência. Em Argentina os bancos roubam dinheiro, os seqüestradores são os policiais, e companhias são arruinados pelo própria gerência. O que nós descobrimos agora está que está freqüentemente os trabalhadores que podem corrê-los muito melhor'. Sergio Ciancaglini, recém-chegados de jornalista em Rosario freqüentemente acham-no muito deixar passar um tiro de espresso ou um sanduíche de milanesa num café indefinível dentro do terminal principal de ônibus. O Argentineans são cativar leal a seus hábitos gastronômicos, e aqui em Rosario eles podem ter recursos para estar leais a sua política também, embora suas papilas gustativas talvez não saibam a diferença. O Nubecoop é a primeira cooperativa de "fast food" no país, corrida por seus trabalhadores desde que janeiro 2003, depois que tinham ocupado as premissas ilegalmente para sobre um ano. Os lucros mensais do restaurante agora são compartilhados igualmente pelos nove empregados. 'Agora tomamos para casa 1.000 pesos cada. Antes de nós ganhou 400,' diz que Walter Martínez, que pôs em 12 anos fazendo café e bebidas atrás da barra. Enquanto os membros do trabalho de cooperativa mais horas agora que fizerem sob o patrão velho, você não ouvirá Martínez encerando nostálgico sobre ele. 'Podemos ter mais responsabilidades agora, mas está menos pressões. E trabalhando sem patrão é inestimável'. O Nubecoop é somente um exemplo de um "privilégio" de crescimento em Argentina: trabalhador-corrida "recuperou" negócios. Uma característica destas novas cooperativas é sua diversidade: uma fábrica de geladeira em Terra do fogo, escolas em Ares de Buenos, uma fábrica de auto-parte nos subúrbios da cidade, um jornal na cidade de Córdova e a fábrica maior de cerâmica na américa latina - Zanón em Patagônia. Desde que vôo capital e desvalorização de dinheiro desencadearam um devastar depressão econômica no fechamento de 2001, sobre 200 negócios deficientes em Argentina foram ocupados, legalmente foram expropriados e foram reabertos como as cooperativas de trabalhador. En dezembro de 2001, quando cidade esquadra de âmbito nacional foram assumidos por cidadãos zangados, poucos predito que a sabedoria aceitada sobre como correr um negócio viria bate para baixo com o Governo. Mas através do país essa sabedoria ardentemente está sendo disputada. Os milhares de negócios tradicionais foram declarados bancarrota depois da desvalorização de dinheiro de 2002, e dezenas de milhares de Argentineans foram forçadas em colecionar papelão nas ruas para uma vida. Até agora, não um das novas cooperativas de trabalhador saiu de negócio. Empregam mais de 15.000 pessoas. Quase todos estes trabalhos são o resultado final de meses de luta. Os trabalhadores freqüentemente vivem em seus negócios bancarrota resistir evicção e processos dos proprietários anteriores. Encaram toda maneira de roadblocks pará-los formalizing seus viveiros e receber que os negócios apoeiam e corrida. Isto é por que eles vieram ser conhecidos como o local de trabalho "recuperado" ou movimento de fábrica. Das ruínas de um negócio moribundo, tempo e outra vez as pessoas banded junto e lutou recuperar o que quis dizer a maioria de a eles, num país com desemprego sem precedentes e pobreza crescente – seus trabalhos e sua dignidade. A despedida, Argentina velha 'naturalmente é mais fácil ter férias amável no verão e inverno, ensinar seu classe e ir para casa,' dizer Veronica Mohr, um do professor no Instituto de Comunicação, um escola cooperativo de corrida em Ar de Buenos. 'Mas talvez escolhemos este porque vemos que em Argentina hoje esse meio de vida é sobre. E vemos que teremos que refazer muitas coisas para mudar a realidade deste país'. Os desafios envolvido são o mesmo aqui como em outra parte. Os salários são iguais, edições são discutidas entre todo, cada membro tem um voto e decisões são feitos numa assembléia aberta. Nesta nação de conservadores, tais assembléias podem arrastar em durante horas. O Abel, outro professor na escola, tem uma tomada irônica: 'Às vezes as assembléias inundam com conversa, mas resolve muito pequeno. Penso que somos muito democráticos, e aliás discutimos algumas edições mais pequenas que talvez sequer nem necessitam ser discutidas – o que fazer com as teclas, etc – onde realmente alguém acaba de dizer: "Tá bom, nós ele faremos gosta disso. Suficiente já"!' O nascimento destas cooperativas de trabalhador geralmente segue um padrão. Depois que meses de receber uma fração – ou absolutamente nada – de seus salários, empregados são informados de falência iminente e contou desocupar as premissas. Às vezes os proprietários simplesmente desaparecem no morto de noite, tomando com eles maquinaria valiosa ou inventário. A lei de falência de Argentinean – rescrito durante a farra maníaca de privatização dos 1990 – não deixa nenhum lugar para dúvida que uma fábrica que funciona nem oficina logo será liquidada e será acabada como tanto metal de pedaço. A corrupção do processo é descarada. Os juizes são comprados a parte de, companhias são readquiridas numa ninharia de seu valor por proprietários anteriores, trabalhadores são partido com as suas mãos esvazia. Em negócios "recuperados", no entanto, trabalhadores escolhem não sentar-se nas suas mãos. Recusam parar usar os. "Golpeiam" por trabalhar. Como abelhas num campo de flores selvagens, a luz trêmula de esperança oferecido por este movimento poliniza organicamente. 'Algo que deve ser esclarecido é que nós não assumimos negócios que funcionam e paga salários,' diz Cándido, um membro do prelo de Chilavert em Ares de Buenos, um dos primeiros negócios ser ocupado e ser reaberto como uma cooperativa em 2002. 'Tomamos negócios que foram abandonados por seus proprietários. O Chilavert está agora um "avô" venerável desta nova família. 'A característica bem distinta deste cooperativo é que não foi ganhado meramente por seus oito trabalhadores,' diz Cándido. 'Também foi ganhado pelos vizinhos; o professor, o encanador, a avó da vizinhança que saiu e repeliram a polícia, que ajudou parada a tentativa de evicção'. A lei e mais depois que ganhar que o direito legal correr a companhia, a próxima tarefa da cooperativa era criar algo novo para fora do velho – um novo meio de trabalhar junto. 'Ser honesto, assumimos as premissas num ato reflexo poupar nossos trabalhos. Depois, quando formamos o cooperativo e começou fazer compras e olham sobre os registros de contabilidade no computador – isso é quando esta nova idéia começa vira na sua cabeça'. Como muitas uma idéia boa, este aceitou uma vida próprio. Num dia preguiçoso de mola em 2003 o exemployees do centro da cidade Hotel Bauen encontrou em Chilavert discutir ocupando o abandonou o hotel de quatro-estrela que tinha sido seu lugar de trabalho durante anos. Os meses mais tarde, os empregados de uma linha aérea pequena balançando-se na borda de falência teve a mesma conversa, desta vez no Hotel Bauen, por agora legalmente expropriado e administrado pelo Callao Cooperativo. Como abelhas num campo de flores selvagens, a luz trêmula de esperança oferecido por este movimento poliniza organicamente – completa com pessoal legal e organizadores políticos que ajudam impelir o processo. O Movimento Nacional de Negócios Recuperados é um de numerosas organizações de guarda-chuva que apoia o nascimento e crescimento das cooperativas. Não é nenhuma tarefa fácil de começar de novo produção num negócio bancarrota sob a ameaça ininterrupta de evicção. A batalha legal é, no entanto, freqüentemente a bem feroz e importante. As ocupações podem ter legitimidade popular, mas é expropriação legal que dá-lhes a proteção que eles necessitam manter trabalhar. A Constituição de Argentina fornece para o direito trabalhar. Em processos de falência os advogados do movimento fazem o caso para os trabalhadores como 'credores prioritários. Eles freqüentemente são devidos centenas de milhares de dólares em salário atrasado. Com 20-por cento desemprego, e fúria pública comum com políticos, cidade e legislaturas provincianas freqüentemente acharam este um argumento que convence. Em caso depois de caso, a legislação cedeu negócios fracassados a cooperativas recentemente formadas. A estrutura de uma cooperativa, no entanto, não é sempre a bem apropriada. Depois que os proprietários tentaram fechar o, Clínica Medrano, uma clínica de saúde, foi ocupada e correm para dois anos por 25 empregados. En dezembro de 2003 a cooperativa escolheu ser absorvida no sistema de saúde público de Ares de Buenos. 'O coração de nossa luta era a defesa de nossos trabalhos,' diz Alberto Bianco, um do medics na clínica. 'Formamos o cooperativo dentro dessa estrutura. Mas nós nunca dissemos que essa edições de saúde podem nem será resolvido por formar centenas de cooperativo no país. A saúde tem que ser fornecida pelo Estado – isso é sua obrigação'. Que questões Quando a clínica funcionaram cooperativamente forneceu serviços a trabalhadores de outro cooperativo, como parte de um "plano" de saúde informal. Apesar de um arranjo coletivo de trabalho e o compartilhar eqüitativo de lucros, a natureza do "produto" importou. De acordo com Daniel Coria: 'Saúde é diferente. Nós não o compreendemos mas aprendem isso agora. Nós não podíamos ganhar a vida. Vivemos fora folhetos, sacolas de alimento, mas nenhuns lucros reais. Isto é o que vem para baixo a. O raison d’être do movimento é a preservação de trabalhos e uma vida dignificada. As pessoas que trabalharam 10, 20, 30 anos sob um patrão têm que mudar tudo sobre seu trabalhar vive, freqüentemente em meios inesperados, somente agarrar-se a seu sustento. As pessoas simplesmente não "exigem" seus trabalhos velhos. Eles também reivindicam novos direitos no local de trabalho velho – o direito a decisão-fabricação democrática, discutir edições ou queixas, aceitar novas responsabilidades. Cada mês traz notícia de uma nova ocupação ou a cooperativa. Estes são direitos muitos mais Argentineans ria condimento ter. Mas não todo o mundo está feliz. No prelo de Chilavert, Cándido reivindica o patrão velho ainda paradas por de quando em quando, 'dar nos um tempo duro. Ele mesmo disse recentemente que quer voltar e trabalho conosco. Não num milhão de anos.

     Sobre o Autor: O Magoa-Hannon de Joseph trabalhou como um tradutor e pesquisador nA Tomada, www.thetake.org que uma película documentária encarregou pelo canadense Transmitindo a Corporação sobre novos movimentos sociais em Argentina em 2003. Muitos das entrevistas nesta característica foram conduzidos durante esse tempo, outros são mais recentes, e imóveis outros foram obtidos com permissão de www.lavaca.org

  Capitalismo Natural in Brazil by David Sanders Payne

     In our work with our Brazilian partners, we will use natural capitalism as a filter through which we can view, assess, and understand Brazil's unique sustainability initiatives. Brazil. Mention the name and lush, green images spring to mind. Covering 8.5 million square kilometers and boasting a population of nearly 175 million, the world's fifth largest nation has recently become an economic dynamo. After two decades of stagnation and massive debt, its economy is speeding up (GDP growth rate was about 1 percent in 1999, and it hovered around 4 percent over the four quarters in 2000). At the cusp of this new economic era, Brazil's business and political leaders are only too aware of the potential for both manageable successes and intractable blunders. New ideas and applications in business, education, and policy are rapidly taking root in Brazil. Capitalismo Natural, the Portuguese version of Natural Capitalism, is being studied here for the alternatives it offers to the economic and ecological instabilities resulting from Latin America's historical development path. José Luiz Alquéres, the former chairman of Brazil's state-owned power company Electrobras, might have summed this up best when he observed to Amory Lovins: "Ten years ago, it would have been too early because we didn't have a real economy. Ten years from now, it would be too late because we'd have done too many of the wrong things. Right now is exactly the moment for these ideas to take root and transform Brazil's development path." RMI has long had links to Brazil. We were fortunate to become involved with one of Brazil's most advanced cities—Curitiba, the capital of Paraná state—during one of our own transformative experiences, the writing of Natural Capitalism. Curitiba is different. A series of mayors, most of them architects, have worked to reverse the trends to which his and other Brazilian cities had fallen victim: poverty, disease, and unemployment. Using integrated design principles, akin to the whole-systems problem-solving model that frames natural capitalism, the city of Curitiba built itself into one of the most stunning examples of good urban planning in the world. Pedestrians reclaimed the streets. Shop owners were inundated with throngs of happy customers. Rows of children painting pictures stretched for blocks along malled streets. In Hope, Human and Wild, his follow-up to The End of Nature, author Bill McKibben chose Curitiba as one of three places on earth that provides a realistic and hopeful model for the future of our planet. In the process of describing this reclaimed and rejuvenated city for Natural Capitalism, RMI's Amory and Hunter Lovins established relationships with leaders in Curitiba and across Brazil. Now, RMI has been called back to work with partners in business, government, and civil society, to extend and invigorate the "Curitiba miracle" to levels of performance not yet seen in Curitiba, but also, through the power of example and the propagation of profitable and environmentally sound design principles, to affect the course of development across Brazil and beyond. This is not a case of Northern "experts" imposing a solution on the South. Rather, in our work with our Brazilian partners, we will use natural capitalism as a filter through which we can view, assess, and understand Brazil's unique sustainability initiatives, and as a framework that can extend and invigorate them, and help to identify further opportunities. With initial funding from the Summit and Overbrook Foundations, RMI is conducting design charrettes with corporate and government clients and developing a distance learning program to capitalize on what we see as a uniquely "teachable moment" in Brazil, and in the state of Paraná in particular. These are the first steps in a long-term effort. Getting Down to Work Aware that a target as broad as Brazil's economic rise to prominence could consume the productive capacity of RMI's entire organization, we have chosen to begin with a few manageable projects in both the private and public sectors. By first achieving smaller successes with eager Brazilian partners, we hope to leverage the influence of natural capitalism across many disciplines later. In March 2001, a contingent from RMI, in the form of ENSAR Group architect Greg Franta, RMI's Brazilian "Ambassador" João Antonio Prosdocimo, and RMI Associates Huston Eubank and David Payne, spent an intense two weeks together in Brazil. We found the people extremely accessible, welcoming, interesting, and interested. Here is a summary of some of RMI's extensive work on several projects in Curitiba: Waste Water: Advanced wastewater treatment for the State of Paraná. In Summer 2000, the state water utility Sanepar hosted a presentation by Amory on natural capitalism and water efficiency at its Curitiba headquarters and a briefing at its field office in Foz do Iguaçu in western Paraná. In response to their request for implementation assistance, we are preparing an integrated sustainable design charrette on wastewater management, with these goals: to reduce energy and capital intensity of water treatment; to improve overall treatment capacity and performance; to clean up the rivers; to launch a decentralized biological waste treatment pilot project; and to develop a model for distributed biological waste treatment that can be implemented in the immigrant villages and favelas (slums). RMI is working with the leading practitioner of this approach, Living Technologies, Inc., which designs, builds, and operates innovative wastewater treatment systems called "Living Machines" (www.oceanarks.org; see the Spring 2001 RMI Newsletter for an article on John Todd and "Living Machines"). As described in Natural Capitalism, Living Machines "eliminate the need for the chlorine, polymers, aluminum salts (alum), and the other chemicals used in conventional wastewater treatment plants. A biological treatment plant costs about the same or less to construct, especially for small-capacity systems. It yields valuable fertilizers and soil amendments instead of toxic chemical hazards, looks like a water garden, greenhouse, or wetland, doesn't smell bad, and yields safer, higher-quality water." School Design: Curitiba's new schools. With nearly 100 children born daily, Curitiba must spend 27 percent of its budget on education. Its 120-odd schools, many reused for adult education at night, have achieved one of Brazil's highest literacy rates. Yet many of these buildings are vestiges of a past era of design, embodying many of the inefficiencies that natural capitalism describes how to overcome. Representatives from the Curitiba municipal school system who attended Amory's Summer 2000 seminar on natural capitalism expressed interest in working with RMI to construct model schools incorporating daylighting, energy efficiency, resource-efficient construction, air quality, and other green building qualities and techniques. We are currently analyzing Parana's prototypical school design and will present our findings this summer. We will then work with them to implement some of our recommendations in one of their existing schools. The results of this pilot will be put into a statewide guideline for construction of new schools. School Curriculum: Graduate engineering, technology curriculum And distance learning. Oberlin Professor David Orr, the leading proponent of integrating the environment and education, believes that changing the procurement, design, and investments made by our educational systems represents "the foundation for a radically different curriculum than that presently offered virtually anywhere...;" Our work in school design is providing just this sort of "hidden curriculum" to schoolchildren. In addition, we are working with graduate programs such as CEFET (The Federal Center of Technological Education) to embed the lessons of sustainable design into design, engineering, and environmental management curriculum. We are also exploring web, email, and videoconference links via Paraná's "Electronic University." These academic distance learning initiatives will be integrated with the following business and public education ventures: Executive Education: Distance learning and "online community building." Amana-Key, co-sponsor of the Brazilian Portuguese version of Natural Capitalism (Capitalismo Natural), is one of Brazil's leading executive training companies. Over the past 15 years, Amana has trained over six thousand top corporate managers at its campus retreat in São Paulo. The thrust of the program is "out-of-the-box" and innovative thinking. Sustainability is a core aspect of the program and a personal priority for Amana CEO Oscar Motomura. RMI will work with Amana to create original content, using digital technology to enhance and extend the highly effective and interpersonal programs that are underway at Amana. Broadcasting: Satellite-broadcast executive learning. DTCom is a satellite television and web-based self-improvement, management, and strategy content provider. The leader in its field in Latin America—with 73 subscribers and 600 satellite receivers installed (ranging from North Florida to Patagonia)—DTCom provides an excellent channel for disseminating sustainable design and business knowledge, and for highlighting natural capitalism. We are providing video presentations and case stories to DTCom that will be subtitled in Portuguese and broadcast on its "strategy" channel and possibly on a future "sustainability" channel. Mall Development: Sustainable mall development. For the last decade, malls have been one of the fastest-growing sectors in Brazilian real-estate development. In part, this building boom has been a response to historically high levels of violence and theft, so secure malls have become the community centers for many urban neighborhoods. In March we toured several malls and made presentations to members of Brazil's largest mall development company and its design team. A report commissioned by the US utility Pacific Gas & Electric documents a 40% increase in retail sales in well day-lit stores (such as Wal-Mart's experimental "Eco-Store" in Lawrence, Kansas). Brazilian developers' response to daylighting and other green development techniques was very positive. We expect that this growing relationship will yield a number of positive outcomes in the coming year. Transportation Research: Hypercar® research & development. While Curitiba's bus system is second to none in the world, Brazilians do like to drive (Brazilian Formula One racing outpaces America's NASCAR in its fanatic following). Small cars rule the streets and SUVs look like the dinosaurs they are—so what appeal does an "Explorer-class" Hypercar® vehicle have in Brazil? Not much. Working with our partner at TECPAR (Paraná's research & technical institute), Dr. Ricardo Torres, RMI will therefore promote the localization of Hypercar® technology for the Brazilian market. An appropriate Brazilian Hypercar® industry could decrease by up to tenfold each of four key parameters of automobile manufacturing: • The time it takes to turn a conceptual design into a new car on the street; • The investment required for production (the main source of automakers' financial risk); • The space and time needed for assembly; • The number of parts in the autobody —perhaps even in the entire car. Meanwhile, fuel would fall by about fivefold (and use by 100 percent) and materials use by about tenfold. Together, such advantages would make the Brazilian auto industry significantly leaner and cleaner. Learning From the South All too often, North Americans try to foist ideas on our neighbors to the south. In Brazil, RMItes implementing natural capitalism are engaged in transforming the course of South America's economic dynamo while at the same time learning from Brazil's remarkable sustainable development innovations. We then hope to transfer that learning to a Northern Hemisphere in need of such ideas

Capitalismo Natural in Brazil de David Pago Por Lixadeiras

     Em nosso trabalho com nossos sócios brasileiros, nós usaremos capitalismo natural como um filtro por que nós podemos ver, poder avaliar, e poder entender iniciativas raros de sustentabilidade do Brasil. Brasil. Mencione o nome e luxuriante, imagens verdes saltam ocupar-se de. Cobertura 8,5 milhões quilômetros quadrados e vangloriar uma população de quase 175 milhões, o mundo quinto nação maior recentemente tornou-se um dínamo econômico. Depois que duas décadas de estagnação e dívida imensa, sua economia acelera (taxa de crescimento de PIB era aproximadamente 1 por cento em 1999, e pairou ao redor de 4 por cento sobre os quatro aposentos em 2000). No cusp desta nova era econômica, negócio do Brasil e líderes políticos são únicos demais cientes do potencial para tanto êxitos manejável como disparate intratável. Novas idéias e aplicações em negócio, educação, e apólice rapidamente criam raízes em Brasil. O Capitalismo Natural, a versão portuguesa de Capitalismo Natural, está sendo estudada aqui para as alternativas oferece ao instabilidades econômicas e ecológicas resultando de América latina caminho histórico de desenvolvimento. José Luiz Alquéres, o presidente anterior de Electrobras estado-possuído de companhia de poder do Brasil, talvez tenha somado este para cima melhor quando observou a Amory Lovins: "Há dez anos, teria sido demais cedo porque nós não tivemos uma economia real. Daqui a dez anos, seria tarde demais porque teríamos feito demais das coisas erradas. Agora mesmo é exatamente o momento para estas idéias criar raízes e transforma caminho de desenvolvimento do Brasil". RMI longo teve elos a Brasil. Éramos afortunados tornar-se envolvido com um de cidades bem avançadas do Brasil—Curitiba, a capital de estado de Paraná—durante uma próprias experiências de transformative, o escrito de Capitalismo Natural. Curitiba é diferente. Uma série de prefeitos, a maioria deles arquitetos, trabalharam inverter as tendências a que seu e outras cidades brasileiras tinham caído vítima: pobreza, doença, e desemprego. Usar integrou princípios de projeto, quase o modelo de problema-resolvendo de inteiro-sistemas que molda capitalismo natural, a cidade de Curitiba construiu se em um dos exemplos que bem atordoando de planejar urbano bom no mundo. Os peões exigiram as ruas. Os proprietários de loja foram inundados com multidões de fregueses felizes. As filas de crianças pintando quadros esticados para blocos ao longo de ruas de malled. Em Esperança, ser humano e Selvagem, sua continuação aO Fim de Natureza, autor Conta McKibben escolheu Curitiba como um de três lugares na terra que fornece um modelo realista e esperançoso para o futuro de nossa planeta. No processo de descrever este cidade exigido e rejuvenescido para Capitalismo Natural, Amory do RMI e Caçador Lovins estabeleceram relacionamentos com líderes em Curitiba e através de Brasil. Agora, RMI foi ligado de novo trabalhar com sócios em negócio, governo, e sociedade civil, estender e tonificar o "milagre de Curitiba" a níveis de desempenho não mas visto em Curitiba, mas também, pelo poder de exemplo e a propagação de lucrativo e do ambiente princípios de projeto de som, afetar o curso de desenvolvimento através de Brasil e além. Isto não é um caso de "peritos" do norte impondo uma solução no Sul. Antes, em nosso trabalho com nossos sócios brasileiros, nós usaremos capitalismo natural como um filtro por que nós podemos ver, poder avaliar, e poder entender iniciativas raros de sustentabilidade do Brasil, e como uma estrutura que pode estender e poder tonificá-los, e ajuda identificar mais oportunidades. Com financiamento de inicial do Cume e Fundações de Overbrook, RMI conduz charrettes de projeto com incorporado e clientes de governo e desenvolver que uma distância aprende que programa aproveitar o que nós vemos como um raramente "momento de teachable" em Brasil, e no estado de Paraná em particular. Estes são os primeiros passos num esforço a longo prazo. Fique para baixo Trabalhar Ciente que um alvo tão amplo quanto crescimento econômico do Brasil a proeminência podia consumir a capacidade produtiva de organização inteira do RMI, nós escolhemos começar com alguns projetos manejáveis em ambos o setores privados e públicos. Por primeiro alcançar êxitos menores com sócios brasileiros ávidos, nós esperamos a vantagem a influência de capitalismo natural através de muitas disciplinas mais tarde. Em março 2001, um contingente de RMI, na forma de ENSAR Grupo arquiteto Greg Franta, "Embaixador" brasileiro do RMI João Antonio Prosdocimo, e RMI Associa-se Huston Eubank e David Pago, gastou umas duas semanas intensas juntas em Brasil. Achamos as pessoas extremamente acessível, receber, interessante, e interessado. Aqui está um resumo de algum de trabalho extenso do RMI em vários projetos em Curitiba: Desperdice água: Tratamento avançado de wastewater para o Estado de Paraná. Em Verão 2000, o estado água utilidade Sanepar hospedou uma apresentação por Amory em capitalismo natural e eficiência de água em seu quartel general de Curitiba e uma informação essencial em seu escritório de campo em Foz fazem Iguaçu em Paraná ocidental. Em resposta a sua petição para auxílio de implementação, nós preparamos um charrette sustentável integrado de projeto em gerência de wastewater, com estas metas: reduzir energia e intensidade capital de tratamento de água; melhorar capacidade total de tratamento e desempenho; limpar os rios; arremessar um projeto piloto biológico descentralizado de tratamento de desperdício; e desenvolver um modelo para tratamento biológico distribuído de desperdício que pode ser implementado nas aldeias imigrantes e O favelas (favelas). RMI trabalha com o médico principal desta aproximação, Vivendo as Tecnologias, Inc., que projeta, constrói, e opera sistemas inovativos de tratamento de wastewater chamado "Vivendo Máquinas (www.oceanarks.org; vê o Mola 2001 Boletim de RMI para um artigo em John Todd e "Vivendo Máquinas). Como descrito em Capitalismo Natural, Vivendo Máquinas "elimina a necessidade para o cloro, polímeros, sais de alumínio (alum), e as outras químicas usadas em plantas convencionais de tratamento de wastewater. Uma planta biológica de tratamento custa sobre o mesmo ou menos construir, especialmente para sistemas de pequeno-capacidade. Cede fertilizantes valiosos e emendas de terra em vez de perigos químicos tóxicos, parece-se um jardim de água, estufa, ou wetland, não cheira mau, e cede mais seguro, água de mais alto-qualidade". Eduque Projeto: Curitiba novo educa. Com quase 100 crianças nascido diário, Curitiba deve gastar 27 por cento de seu orçamento em educação. Seus 120-escolas ímpares, muitos reutilizado para educação de adultos de noite, alcançou um de índices mais altos de aptidão literária do Brasil. Mas muitos destes edifícios são vestígios de uma era passada de projeto, embodying muitos das inaptidões esse capitalismo natural descreve como superar. Os representantes do Curitiba sistema municipal de escola que assistiu Verão 2000 seminário do Amory em capitalismo natural que interesse expressado em trabalhar com RMI construir escolas modelo incorporando daylighting, eficiência de energia, construção recurso-eficiente, qualidade de ar, e outras qualidades verdes de edifício e técnicas. Nós atualmente analisamos projeto de escola de prototypical do Parana e apresentará nossos resultados este verão. Nós então trabalharemos com eles implementar algum de nossas recomendações em um de suas escolas existentes. Os resultados deste piloto serão posto numa diretriz estadual para construção de novas escolas. Eduque Currículo: Projetar graduado, currículo de tecnologia E distância aprendem. O Professor de Oberlin David Orr, o proponente principal de integrar o ambiente e educação, acredita que isso mudando a aquisição, projeto, e investimentos feitos por nossos sistemas educacionais representa "a fundação para um currículo radicalmente diferente que isso atualmente oferecido praticamente em qualquer lugar. ..;” Nosso trabalho em escola projeto fornece somente este tipo de "escondido currículo" a alunos. Além do mais, trabalhamos com programas graduados tal como CEFET (O Centro Federal de Educação Tecnológica) enterrar as lições de projeto sustentável em projeto, projetar, e currículo do ambiente de gerência. Nós também exploramos teia, email, e elos de videoconference via Paraná "Universidade Eletrônica". Estas distância acadêmica aprende que iniciativas serão integradas com o seguinte negócio e empreendimentos públicos de educação: Educação executiva: A distância aprende e "edifício online de comunidade". A Amana-tecla, cia-patrocinador da versão portuguesa brasileira de Capitalismo Natural (Capitalismo Natural), é um de Brasil que nois dirigindo companhias de treinamento de executivo. Sobre os 15 anos passados, Amana treinou sobre seis mil gerentes incorporados superiores em sua retirada de cidade universitária em São Paulo. O impulso do programa é "out-of-the-box" e pensar inovativo. A sustentabilidade é um aspecto de âmago do programa e uma prioridade pessoal para Amana diretor geral Oscar Motomura. RMI trabalhará com Amana criar conteúdo original, usando tecnologia digital aumentar e estender o programas altamente eficientes e interpessoais que estão adiantado em Amana. A transmissão: O executivo de satélite-transmissão aprende. DTCom é uma televisão de satélite e auto-melhora de teia-baseou, gerência, e estratégia fornecedor contente. O líder em seu campo na américa latina—com 73 assinantes e 600 receptores de satélite instalaram (varia de Flórida Norte a Patagônia) —DTCom fornece um canal excelente para disseminar projeto sustentável e conhecimento de negócio, e para destacar capitalismo natural. Fornecemos apresentações de vídeo e histórias de caso a DTCom que será subtitled em português e transmissão em seu canal de "estratégia" e talvez num canal futuro de "sustentabilidade". O Desenvolvimento de alameda: Desenvolvimento sustentável de alameda. Durante o década último, alamedas foram um dos setores de rápido-crescimento em desenvolvimento brasileiro de propriedade imobiliária. Em parte, esta prosperidade de edifício foi uma resposta a níveis historicamente altos de violência e roubo, então segura alamedas tornaram-se os centros sociais para muitas vizinhanças urbanas. Em março nós visitamos várias alamedas e apresentações feitas a membros de companhia maior de desenvolvimento de alameda do Brasil e seu projeto associa-se. Um relatório encarregou pela utilidade de EUA Gás Pacífico & documentos Elétricos um 40% aumento em vendas varejistas em armazéns bem dia-acesos (tal como Wal-Mart experimental "Eco-Armazém" em Lawrence, Kansas). Empresários brasileiros resposta a daylighting e outras técnicas verdes de desenvolvimento era muito positiva. Esperamos que este relacionamento de crescimento cederá um número de resultados positivos no próximo ano. A Pesquisa de transporte: O Hypercar® pesquisa & desenvolvimento. Enquanto sistema de ônibus do Curitiba é segundo a nenhum no mundo, brasileiros querem guiar (Fórmula Uma corridas brasileiras supera NASCAR da América em seu seguir fanático). Carros pequenos determinam as ruas e SUVs parecem-se os dinossauros que eles são—então que apelo faz um "Explorador-Classe" Hypercar® veículo tem em Brasil? Não muito. Trabalhar com nosso sócio em TECPAR (pesquisa do Paraná & instituto técnico), o Dr. Ricardo Torres, RMI portanto promoverá o localização de Hypercar® tecnologia para o brasileiro mercado. Um Hypercar brasileiro apropriado® indústria podia diminuir por até tenfold cada um de quatro parâmetros chave de automóvel fabricar: • O tempo que toma virar um projeto conceitual num novo carro na rua; • O investimento necessário para produção (a fonte principal de risco financeiro dos fabricantes de carros); • O espaço e tempo necessário para a assembléia; • O número de partes no autobody —talvez mesmo no carro inteiro. Entretanto, combustível cairia por sobre fivefold (e uso por 100 por cento) e materiais usam por sobre tenfold. Junto, tais vantagens fariam o brasileiro auto indústria significativamente mais magro e limpador. Aprenda Do Sul muito freqüentemente, norte-americanos tenta de enganar idéias em nossos vizinhos ao sul. Em Brasil, realização de RMItes que capitalismo natural são empenhados em transformar o curso de do dínamo econômico da sul América enquanto ao mesmo tempo aprende de inovações sustentáveis notáveis de desenvolvimento do Brasil. Nós então esperamos transferir isso aprende a um Hemisfério do norte em necessidade de tais idéias.

VI. Equal Exchange www.equalexchange.com A Vision of Fairness to Farmers

     A closer connection between people and the farmers we all rely on. This was the essence of the vision that the three Equal Exchange founders — Rink Dickinson, Jonathan Rosenthal, and Michael Rozyne — held in their minds and hearts as they stood together on a metaphorical cliff back in 1986. The three, who had met each other as managers at a New England food co-op, were part of a movement to transform the relationship between the public and food producers. At the time, however, these efforts didn’t extend to farmers outside of the U.S. The founders decided to meet once a week — and did so for three years — to discuss how best to change the way food is grown, bought, and sold around the world. At the end of this time they had a plan for a new organization called Equal Exchange that would be: • A social change organization that would help farmers and their families gain more control over their economic futures. • A group that would educate consumers about trade issues affecting farmers. • A provider of high-quality foods that would nourish the body and the soul. • A company that would be controlled by the people who did the actual work. • A community of dedicated individuals who believed that honesty, respect, and mutual benefit are integral to any worthwhile endeavor. No Turning Back It was a grand vision — with a somewhat shaky grounding in reality. But Rink, Jonathan, and Michael understood that significant change only happens when you’re open to taking big risks. So they cried "¡Adelante!" (rough translation from the Spanish: "No turning back!”) and took a running leap off the cliff. They left their jobs. They invested their own money. And they turned to their families and friends for start-up funds and let them know there was a good chance they would never see that money again. The core group of folks believed in their cause and decided to invest. Their checks provided the $100,000 needed to start the new company. With this modest financing in hand, Rink, Jonathan, and Michael headed into the great unknown. At best, the project, which coupled a private business model with a nonprofit mission, was viewed as utopian; at worst it was regarded as foolish. For the first three years Equal Exchange struggled and, like many new ventures, lost money. But the founders hung on; by the third year they began to break even. The Changing World of Food But we’re getting ahead of ourselves in the story. In the mid-1980’s the world of food was going through major changes. The U.S. public was beginning to see their nation’s family farms squeezed out and replaced by industrial-scale, corporate-run agribusinesses reliant on toxic chemical fertilizers, herbicides, and pesticides. As a result, consumer food co-ops who offered their members more organic and locally produced food grew in popularity. At the same time, the U.S. specialty coffee market was exploding. Coffee aficionados, including many influenced by their travels in Europe, were eager to find and make great coffee here at home. It was not a coincidence that the founders arrived at a strategy to start their venture with fairly traded specialty coffee. Café Nica: “The Forbidden Coffee” They chose Nicaraguan coffee — which they called Café Nica — as the first Equal Exchange product for a few reasons. In 1986, the Reagan administration imposed an embargo on all products from Nicaragua’s Sandinista government. Importing coffee beans from Nicaragua would demonstrate solidarity with the fledgling people's movement and would challenge U.S. trade policies. Equal Exchange brought Nicaraguan coffee into the U.S. through a loophole in the law. If the coffee was roasted in another country, it could be regarded as a product from that country, and therefore legally imported into the U.S. A friendly Dutch alternative trade organization stepped forward to offer assistance with the brokering and roasting. Alerted to this symbolic action, the Reagan administration tried to stop the tiny organization. Officials seized Equal Exchange’s Nicaraguan coffee as soon as it arrived in the port of Boston. During their first two years of business, the founders spent many days, with trade lawyers at their side, doing battle with customs officials. Each time the coffee cargo was released it was a small victory. In 1988, the Office of Foreign Assets Control threatened to close the loophole, and Equal Exchange’s founders launched a campaign against the move. Local and national congressmen, such as Rep. Joe Moakley and his dynamic assistant Jim McGovern, provided critical help alongside a groundswell of grassroots support. The result was a victory that made it clear that Equal Exchange wasn’t going away. Now Rink, Jonathan, and Michael — and a few new members of the Equal Exchange worker-cooperative — could focus all of their efforts on building their alternative business. Farmer Partners In those early years, the founders didn't know how to find small-scale farmers to trade with under the enlightened terms that they had envisioned. They spent much of their time trying to identify democratically run farmer groups, understand the internal structure of farmer co-ops, and determine product quality. There was a dramatic learning curve in many areas, including their fluency in Spanish. Slowly but steadily Equal Exchange located farmer groups and added coffees from cooperatives in Latin America and Africa. By 1991 Equal Exchange had become part of the European Fair Trade network — aligning with groups that were at least a decade ahead of what was happening in the U.S. That movement in Europe was growing rapidly and counterparts there helped the company establish links with farmer cooperatives worldwide. Tea also seemed like a step in the right direction. First, it was a commodity consumed by millions and second, it was a natural complement to coffee. The founders were already in close contact with representatives from a village movement in Sri Lanka, and by 1987 Equal Exchange brought in its first high-quality black tea. After confronting many obstacles, including a civil war in Sri Lanka, this initial effort eventually failed—only to be followed 10 years later by a successful tea line from India. Today, in an industry dominated by plantations, Equal Exchange is working to establish markets for small-scale tea farmers from India, Sri Lanka, and South Africa. A Growing Worker Co-op Around 1991, Equal Exchange established itself as a Fair Trade specialty coffee company, offering loyal food co-op customers a store bin system with a full line of beans, decaf coffee, different roasts, and flavored coffees. By the end of the year what had once been the “pipe dream” of reaching $1 million in sales had become a reality. By 1994, Equal Exchange was a worker-owned cooperative with 20 members—with departments, managers, and a growing number of outside investors. A pivotal early investment by the Adrian Dominican Sisters helped to alert others that this undertaking, however risky, might be worthy of outside financial support. Another exciting chapter in our history started in 1996, when Equal Exchange joined with Lutheran World Relief in a pathbreaking collaboration to launch what has now become our Interfaith Program. This major initiative helped Equal Exchange create partnerships with communities of faith throughout the U.S. Over the next seven years more than 10,000 congregations across the U.S. began using our Fair Trade coffee. The idea of Fair Trade had caught on among a small but growing segment of American consumers during this same period. In 1998, a system of Fair Trade product certification was launched in the U.S. This was also the year that an Equal Exchange office opened in Oregon in order to support the growth of West Coast sales. Cocoa and Chocolate Join the Mix In 2001, we polled our Interfaith partners to determine what new Fair Trade products would inspire them. The response from congregations could be summed up in a single word: “cocoa.” With this in mind, we put together a hot cocoa mix that met our standards of quality and social responsibility — a partnership between cocoa, sugar, and dairy cooperatives. Our hot cocoa mix has helped us reach out to a different group of farmers and has provided options for people who want to be certain that their cocoa is not being harvested by slave or child labor. It has allowed children in the U.S. to participate in promoting Fair Trade along with their parents. A year after successfully launching the hot cocoa mix, we added baking cocoa powder. The next logical step was to introduce Fair Trade chocolate bars, which we did in 2004. Three varieties of Equal Exchange bars meant working with ingredients sourced from around the world. The chocolate bars met with an enthusiastic reception by Equal Exchange supporters of all ages. Through the bars, we have brought our work with cocoa farmers to the next level — and provided consumers with an alternative to West African chocolate tainted by slavery. 20 Years and Counting Today, Equal Exchange is a thriving model of Fair Trade that has exceeded our founders’ original vision. We offer coffee, tea, and chocolate products from over 30 farmer cooperatives in 18 countries. We are nearly 80 worker owners strong, with a broader network that includes 400 loyal investors, more than 300 food cooperatives, hundreds of cafés and other stores, and more than a million consumers. With 20 years of experience behind us — a history replete with successes, failures, innovative partnerships, exciting new products, and inspiring stories — we are nevertheless humbled by just how far we still need to go. Not so long ago, the specialty coffee industry dismissed our vision of more equitable relationships with farmers as unrealistic. Today there are some 400 coffee companies purchasing at least a small portion of their coffee under Fair Trade terms. But the growth of Fair Trade has not come without profound challenges. The acceptance of large plantations and corporations such as Nestlé into the Fair Trade labeling system calls into question the very underpinnings of the certification system of which we are a part. And even with our successes, most small-scale farmers around the world remain impoverished and at the mercy of volatile and complex commodity systems. Over the next few decades, Equal Exchange needs to engage and collaborate with like-minded partners and stakeholders throughout the Fair Trade system if we are to continue to transform how business is done. Our vision includes breaking new ground by bringing Fair Trade home—by fostering direct relationships with family farmers here in the United States. Our collective achievements of the past 20 years prove that we can create change beyond our wildest dreams. We invite you to share in our vision of a better world — a vision that connects us more closely to the food we eat and to the farmers who grow it. Worker Owned The Fair Trade Certification system requires that the participating farmer organizations meet demanding, but laudable, criteria: they must work for the good of all in their community; they must seek to minimize their impact upon the environment; they must make information freely available; and most importantly they must function in a democratic manner, with the leaders elected by, and accountable to, the cooperative´s farmer members. At Equal Exchange we believe that we should expect no less from ourselves and each other than we demand from our farmer partners. For that reason, we have organized ourselves as a democratic worker cooperative, now one of the largest in the country. The concepts are not exotic or strange, in fact, they´re in every grade school civics book: - the right to vote (one vote per employee, not per share); - the right to serve as a leader (i.e. board director) - the right to information - the right to speak your mind Also in keeping with the Fair Trade ethic, we maintain a top-to-bottom pay ratio of 4-to-1. For comparison, consider that the ratio of CEO pay to average worker pay was 301-to-1 in 2003 (Source: United for a Fair Economy). The corporate top-to-bottom ratio would necessarily be even higher. A worker cooperative is an alternative for-profit structure based upon standard democratic principles. It is not designed to maximize profits, (however), nor returns to investors, but rather to bring to the workplace many of the rights and responsibilities that we hold as citizens in our communities. These principles include one-person/one-vote equality; open access to information (i.e. open-book management); free speech; and the equitable distribution of resources (such as income). A worker co-op is not owned by outside shareholders or a small group of founders or partners, but by all the employees in equal portions. Top level managers and entry-level employees alike own an identical share and receive an equal share of the profits or losses. These worker-owners both elect the Board of Directors and fill six of the nine Board seats. The Board in turn is responsible for hiring and supervising management. Consequently a circle is formed, as in American civic democracy, of everyone else being accountable to someone else. The delegation of responsibilities is very much like that at conventional firms- which allows for efficiency- except that at Equal Exchange those at the “bottom” of the organizational chart are, as owners, also at the “top” of the same chart.

What is the ICA?

     Founded in 1895, the International Co-operative Alliance is an independent, non-governmental organisation which unites, represents and serves co-operatives worldwide. It is the largest non-governmental organisations in the world. ICA members are national and international co-operative organisations in all sectors of activity including agriculture, banking, fisheries, health, housing, industry, insurance, tourism and consumer co-operatives. Currently, ICA has 220 member organisations from 85 countries, representing more than 800 million individuals worldwide. Voice of the Movement ICA has special status with the a number of multilateral institutions including the United Nations and agencies, the Council of Europe, and the regional development banks. It also participates in a number of networks of UN and non-governmental organisations including the Committee for the Promotion and Advancement of Cooperatives (COPAC), and the International Agri-Food Network (IAFN) to name only two. ICA brings the voice of the co-operative movement to international fora and participates in shaping international policies that will impact co-operatives. ICA through its participation in the COPAC is able to have direct contacts with multilateral institutions and development agencies involved in co-operative development. Working through COPAC, ICA was also able obtain the proclamation by the United Nations of an International Day of Co-operatives coinciding with ICA's own Co-operative Day, the adoption of the policy guidelines for co-operative development (see below), as well as regular input by ICA members to the preparation of the United Nations Secretary-General's Reports on co-operatives. History of the ICA The ICA was founded in London (United Kingdom) on 19 August 1895 during the 1st ICA Co-operative Congress. In attendance were representatives from co-operatives from Argentina, Australia, Belgium, England, Denmark, France, Germany, Hungary, India, Italy, the Netherlands, Russia, Serbia, and the USA. Representatives established ICA's aims to provide information, define and defend the Co-operative Principles and develop international trade. Milestones in ICA's history 1895 - ICA is established on 9 August 1895 in London, United Kingdom. 1896 - ICA confirms its political neutrality. 1897 - ICA begins to collect co-operative statistics. 1900 - ICA had 54 members organisations. 1909 - The ICA publication, "International Co-operative Bulletin" pubished in English, French and German. The ICA was one of the only international organisations to survive both World War I and World War II. Overcoming all he political differences between its members was extremely difficult, but the ICA survived by staying committed to peace, democracy, and by remaining politically neutral. 1922 - ICA establishes a committee "International Co-operative Banking". Today it is known as the International Co-operative Banking Association (ICBA), a sectoral organisation of the ICA regrouping co-operative banks and other financial institutions. 1922 - ICA establishes its International Insurance Committee. In 1971 it was renamed to the International Co-operative Insurance Federation and today it is known as the International Co-operative and Mutual Insurance Federation (ICMIF), an ICA sectoral organisation. 1923 - The first ICA Co-operative Day is celebrated. 1937 - ICA undertakes its first review of the Co-operative Principles. 1946 - ICA is one of the three first non-governmental organisations to be accorded consultative status with the United Nations. 1951 - ICA establishes an Agricultural Committee regrouping agricultural co-operatives in ICA membership. Today it is known as the International Co-operative Agricultural Organisation (ICAO), a sectoral organisation of the ICA. 1952 - ICA sets up a committee for housing co-operatives. Today it is known as ICA Housing, a sectoral organisation regrouping housing co-operatives within ICA's membership. 1965 - United Nations declares an International Co-operative Year 1966 - ICA undertakes its second review of the Co-operative Principles. 1966 - ICA sets up a sub-committee of the ICA's Agricultural Committee to focus on fisheries co-operatives. The Fisheries committee becomes an independent body in 1976 and is now known as the International Co-operative Fisheries Organisations (ICFO). 1968 - ICA establishes a Regional Office for Asia and the Pacific estabished in New Delhi (India). 1976 - The International Association of Tourism Co-operative (TICA) was founded as a Working Party in Copenhagen by a Resolution of the 26th ICA Congress in Paris (France). In June 1985 it became a sectoral organisation of the ICA and today is known by its acronym TICA. 1982 - ICA moves its headquarters from London to Geneva (Switzerland). 1990 - ICA establishes its Regional Office for the Americas in San José (Costa Rica). 1992 - ICA begins a decentralisation process and establablishes four regions: Africa, Americas, Asia and the Pacific, and Europe. 1994 - ICA Europe, ICA's Regional Office for Europe is established. 1995 - ICA adopts revised Co-operative Principles and Values and adds a seventh principle, "Concern for Community". 1995 - The United Nations proclaims the 1st UN International Day of Co-operatives to coincide with the celebrations of ICA's Co-operative Day following ICA lobbying activities through the Committe for the Promotion and Advancement of Co-operatives (COPAC). 1996 - ICA set up the International Health Co-operative Organisation (IHCO), a sectoral organisation of the ICA regrouping health co-operatives. 1999 - ICA signs a Memorandum of Understanding with the Food and Agriculture Organisation of the United Nations (FAO) to promote closer collaboration for supporting agricultural co-operative development. 2000 - ICA adopts the ICA Strategy for Promoting Gender Equality 2001 - ICA signs second Memorandum of Understanding with United Nations Centre for Human Settlements (UNCHS-Habitat) to promote co-operatives contribution to sustainable human settlements and housing co-operatives in particular 2001 - The United Nations adopts Guidelines aimed at creating a supportive environment for the development of co-operatives which is annexed to the Secretary-General's Report on Co-operatives. 2002 - ILO adopts Recommendation No. 193 on the Promotion of Co-operatives (English -- Français -- Español). ICA played a significant role in the lobbying and negotiation process with co-operative representatives and supporters on the government, employer and workers' benches. 2003 - ICA adopts new ICA Rules and Standing Orders at its General Assembly in Oslo (Norway). 2004 - ICA signs a Memorandum of Understanding with the International Labour Office (ILO) to implement a "Common Co-operative Agenda" aimed at creating decent jobs and reducing poverty. 2004 - ICA adopts the ICA Strategy for Co-operatives Fighting HIV/AIDS. 2005 - ICA Europe moves its office to Brussels (Belgium). 2006 - ICA launches new website for co-operative news Statement on the Co-operative Identity Definition A co-operative is an autonomous association of persons united voluntarily to meet their common economic, social, and cultural needs and aspirations through a jointly-owned and democratically-controlled enterprise. Values Co-operatives are based on the values of self-help, self-responsibility, democracy, equality, equity and solidarity. In the tradition of their founders, co-operative members believe in the ethical values of honesty, openness, social responsibility and caring for others. Principles The co-operative principles are guidelines by which co-operatives put their values into practice. 1st Principle: Voluntary and Open Membership Co-operatives are voluntary organisations, open to all persons able to use their services and willing to accept the responsibilities of membership, without gender, social, racial, political or religious discrimination. 2nd Principle: Democratic Member Control Co-operatives are democratic organisations controlled by their members, who actively participate in setting their policies and making decisions. Men and women serving as elected representatives are accountable to the membership. In primary co-operatives members have equal voting rights (one member, one vote) and co-operatives at other levels are also organised in a democratic manner. 3rd Principle: Member Economic Participation Members contribute equitably to, and democratically control, the capital of their co-operative. At least part of that capital is usually the common property of the co-operative. Members usually receive limited compensation, if any, on capital subscribed as a condition of membership. Members allocate surpluses for any or all of the following purposes: developing their co-operative, possibly by setting up reserves, part of which at least would be indivisible; benefiting members in proportion to their transactions with the co-operative; and supporting other activities approved by the membership. 4th Principle: Autonomy and Independence Co-operatives are autonomous, self-help organisations controlled by their members. If they enter to agreements with other organisations, including governments, or raise capital from external sources, they do so on terms that ensure democratic control by their members and maintain their co-operative autonomy. 5th Principle: Education, Training and Information Co-operatives provide education and training for their members, elected representatives, managers, and employees so they can contribute effectively to the development of their co-operatives. They inform the general public - particularly young people and opinion leaders - about the nature and benefits of co-operation. 6th Principle: Co-operation among Co-operatives Co-operatives serve their members most effectively and strengthen the co-operative movement by working together through local, national, regional and international structures. 7th Principle: Concern for Community Co-operatives work for the sustainable development of their communities through policies approved by their members. http://www.ica.coop/ica/icahistory.html

Unitários e Universalistas Brasileiros

       A Rede de Unitários e Universalistas Brasileiros é uma organização religiosa que visa difundir os princípios da religião liberal Unitário-Universalismo em nosso País. Princípios e Objetivos A Rede de Unitários e Universalistas Brasileiros busca afirmar e promover • O valor e a dignidade próprios de cada pessoa; • A justiça, a igualdade e a compaixão nas relações humanas; • A aceitação uns dos outros e o estímulo ao crescimento espiritual em nossos grupos; • Uma busca livre e responsável pela verdade e pelo sentido; • O direito de consciência e o uso do processo democrático dentro de nossos grupos e na sociedade em geral; • A meta de uma comunidade mundial de paz, liberdade e justiça para todos; • O respeito pela rede interdependente da existência, da qual fazemos parte. A tradição viva que compartilhamos provém de muitas fontes: • A experiência direta de mistério e assombro transcendental afirmada em todas as culturas, que nos leva a uma renovação do espírito e a uma abertura das forças que criam e sustentam a vida; • As palavras e escritos de mulheres e homens proféticos, que nos desafiam a confrontar os entraves ao bem comum com justiça, compaixão e o poder transformador do amor; • A sabedoria das religiões do mundo que nos inspiram em nossa vida ética e espiritual; • Os ensinamentos judeus e cristãos que nos aconselham a atender ao amor de Deus através do amor ao próximo como a nós mesmos; • Os ensinamentos humanistas que nos aconselham a atender o chamado da razão e os resultados da ciência, e nos advertem contra idolatrias da mente e do espírito; • Os ensinamentos espirituais de tradições centradas no culto à terra, que celebram o ciclo sagrado da vida e nos instruem a viver em harmonia com os ritmos da natureza. Gratos pelo pluralismo religioso que enriquece e enobrece nossa fé, inspiramo-nos a aprofundar nosso entendimento e expandir nossa visão. Entramos neste convênio como membros livres, prometendo-nos mutuamente confiança e apoio.

A swww.arautocienciacrista.com

     www.arautocienciacrista.com

 

S     Segurança vem do Pai

Foto: Flávio Colombini

A cena de uma criança feliz, que se jogava de um brinquedo alto para os braços do pai, fez-me refletir sobre o estado simples de segurança em que a inocência e a pureza de uma criança levam-na a confiar no pai que, com amor, a protege e promove seu desenvolvimento.

A preocupação com a segurança está presente nas mais diversas atividades humanas, desde o preparo de um jantar, uma reunião familiar, a operação de uma usina nuclear, e até mesmo em eventos que atraem multidões, como shows de artistas famosos, visitas de autoridades e competições esportivas.

Dependendo da abrangência do evento, vários profissionais como engenheiros, militares e policiais podem ser envolvidos na elaboração de um plano de segurança eficiente. Esse plano, geralmente baseado em uma análise de causa e efeito, pode envolver elevados custos e provocar tensão entre os membros da equipe envolvida no projeto que se sentem diretamente responsáveis pelo seu planejamento e execução.

Mesmo com todos esses cuidados é possível estar protegido em qualquer lugar e circunstância? Bem, para responder afirmativamente a essa pergunta é necessário que a análise de causa e efeito tenha uma base totalmente diversa da comumente adotada. É imperativo que adotemos uma perspectiva puramente espiritual. Nela, temos de considerar o Espírito, Deus, como a única causa de qualquer efeito real ou verdadeiro.

Na Bíblia há vários relatos em que uma atitude espiritual garantiu a proteção de uma pessoa, de uma cidade e, até mesmo, de todo um povo. Por exemplo, o hebreu Daniel permaneceu ileso quando foi jogado na cova dos leões por compreender que Deus o protegia de qualquer perigo. Respondendo à apreensiva pergunta do rei sobre se ainda estava vivo, Daniel disse: “O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência...” (Daniel 6:22). Tanto a inocência da criança que pulava para os braços do pai quanto a que protegeu Daniel têm origem no amor incondicional de Deus.

A Ciência Cristã ensina que a criação divina é regida por uma lei que pode ser compreendida e praticada por todos. Cristo Jesus revelou essa lei ao mundo quando declarou: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30) e “...o Filho nada pode fazer de si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai” (João 5:19). Essas declarações trouxeram à luz o fato científico da inseparabilidade entre Deus, o único Espírito, e Sua criação espiritual, que inclui o homem.

21/8/2007 12:17:48
COOAP - Cooperativa Orgânica Agroindustrial de Apuarema-BA lança Chocolate Orgânico
    
      Aos pés de sua montanha, no Sul da Bahia, Brasil, há um cultivador de cacau dedicado ao que faz até as últimas conseqüências.

Sob a copa das grandes árvores da Mata Atlântica, ele não se contentou em plantar as sementes, adubar, podar ,colher. Olhando para as amêndoas aromáticas, impulsionado pela magia do cacau, passou a manuseá-lo, criando um processo de fermentação que utiliza somente frutos selecionados ainda na colheita.

Ao lado de sua mulher e de sua família, do rio e dos ventos , sentiu-se inspirado o bastante para elaborar um chocolate simples e novo, feito exclusivamente com ingredientes de origem orgânica: cacau, açúcar e leite. O cacau é dominante na receita, com um teor de 69%,o que propicia mais força, aroma e sabor.

A partir da receita do chocolate e da idéia de preservação da Mata, formou-se um grupo na Cooperativa Orgânica Agroindustrial de Apuarema - COOAP, que hoje produz artesanalmente e se propõe a levar, até você, uma nova abordagem do alimento dos deuses.

Nosso chocolate artesanal deve ser degustado com vagar, mastigado de olhos fechados, com os pensamentos no amor, no céu, no passado e no futuro. Ele pode fazer florescer o presente, perfumá-lo. De coração. Comer bem para uma vida melhor.

O dark chocolate eleva a liberação de serotonina , o que induz à sensação de prazer e saciedade. Além do prazer, segundo pesquisas médicas recentes, é rico em substâncias antioxidantes (polifenóis e flavonóides) que induzem à equalização da pressão arterial, aumento dos índices de HDL e fortalecimento do sistema imunológico.

Origem Fabricação artesanal da Cooperativa Fazenda de cacau certificada pelo IBD - Projeto BA 084 - Ingredientes: Cacau orgânico, próprio leite orgânico, açúcar orgânico Native.

Não contém glúten ou qualquer outro aditivo, objetivando uma alimentação saudável e prazer para o cliente, além de renda para os agricultores,extrativistas e seus familiares, incentivando ao extrativismo sustentado, a reciclagem de lixo e aproveitamento de resíduos orgânicos, além da preservação da Mata Atlântica e suas nascentes.

Códigos de Barra Unidade `7898925728016 (c/75 gramas)
Display `7898925728047 (c/ 12 unidades)
Caixa `7898925728013 (c/ 8 displays por caixa, total de 96 unidades)

Serviço:
COOAP - "Trabalhando por nossas maiores riquezas: a mata em pé, o córrego limpo, o ar puro, o homem em estado de harmonia"
Fone para contato: 4476-9836 / 9740-7299 Email: tropicalfruit@terra.com.br

http://www.esplar.org.br/artigos/2005/junho/28.htm 

Cultivo de algodão orgânico incentiva a agricultura familiar
28/06/2005

Métodos ambientalmente corretos de plantio são usados como promotores de justiça social

A política de substituição da agricultura convencional pela orgânica traz à tona, no Brasil, a criação de uma cadeia produtiva de algodão ecologicamente sustentável e conduzida por agricultores familiares. "Trata-se de uma cadeia produtiva solidária e que preserva os recursos naturais, gerando inclusão social e um produto final corn urn diferencial no mercado", afirma Pedro Jorge Ferreira Lima, agrônomo e Diretor Adjunto do Esplar, centro que pesquisa e assessora projetos junto ao agricultor familiar em Tauá, no Ceará . Lima conta que a produção era certificada, porém, devido aos altos custos, deixou-se de fazê-lo. Um diferencial, segundo Napoleão Beltrão, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), é que apenas o Brasil e os EUA produzem o algodão orgânico colorido. "A tecnologia criada pela Embrapa está em fase de validação em cinco propriedades. A idéia é aliar a certificação ao processo", afirma Beltrão, lembrando que o produto custa, em media, 40% mais se comparado ao convencional. "Existe mercado no exterior, mas falta organizar a cadeia produtora e comercial e certifica-la", avalia.

Forte concorrência - O algodão é uma das principais commodities agrícolas. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo (USP), os preços internacionais do produto estão bastante abaixo da média dos anos anteriores. Um exemplo seria o mês de Outubro de 2004, quando a cotação foi 30,2% menor na comparação com o mesmo mês de 2003. Segundo o Cepea, a produção deve crescer 2,6%, atingindo 1,3 milhão de toneladas. Pelos cálculos do Esplar, menos de 0,1 % será orgânico. No Ceará, Estado responsável por cerca de 70% do cultivo nacional do algodão orgânico, a produção foi de cerca de 17 toneladas em 2004.

Aplicações - A Natural Fashion, cooperativa têxtil que trabalha o algodão colorido corn o conceito de produto limpo e socialmente correto, dobrou o faturamento em 2003 e, em 2004, cresceu 70%. "A previsão e de que isso se mantenha em 2005", afirma Maysa Motta Gadelha, Diretora de Marketing da Coopernatural, cooperativa responsável pela Natural Fashion, sem citar cifras. Segundo Maysa, 70% da produção destina-se ao mercado interno e o restante, ao externo. O algodão usado é orgânico, mas ainda está em processo de certificação. "Atuamos no nicho de comércio justo. Utilizamos mão-de-obra artesanal, o que gera inclusão e promove geração de renda", conta Maysa. "Fazemos um produto corn um diferencial, que tem alma e é feito para quem tern sensibilidade", diz. A Natural Fashion fornece seus produtos a lojas no Brasil, e possui uma franquia em Portugal.

Outro exemplo e a Univens - cooperativa de vestuários, do Rio Grande do Sul. "Buscamos matérias-primas que garantam um produto diferenciado e o algodão orgânico se insere nessa perspectiva", afirma Nelsa Fabian Napolo, Presidente da Univens. A produção está preparada para pedidos de ate 30 mil peças e faz parte de uma cadeia produtiva que utiliza o algodão orgânico proveniente do Esplar. Segundo Nelsa, o preço de uma camiseta que seria vendida por R$ 7, sai por cerca de R$ 50. "Trabalhamos com a idéia de empreendimentos em comunidade, sob o norteio da economia solidária. São valores que ultrapassam a questão econômica. E uma reeducação do mundo", finaliza Nelsa.

Clique aqui para ver as páginas da revista em PDF (arquivo 479 KB)

Fonte: Revista Brasil Alemanha, n.1, ano 13. Cultivo de algodão orgânico incentiva a agricultura familiar. Caderno Especial BioFach 2005. p.12-13, 2005.

.: Produtos feitos de algodão colorido ganham evidência nacional
07/08/2007

 

http://balcom.dsc.ufcg.edu.br/trade/detalhaNoticiaAlgodao.do;jsessionid=91B19EF82BAB7247CF5D20E562EA4626?id=1650

 
 

Com as plumas do algodão colorido colhido hoje na Paraíba são fabricados mais de 400 produtos. São roupas, calçados e bolsas que disputam aqui e no exterior o mercado dos produtos orgânicos. Você vai conhecer agora alguns desses produtos e quem são as pessoas que vivem dessa atividade.



A fazenda Santo Antônio, que fica no município de Bom Sucesso (PB), perto de Campina Grande (PB), é uma tradicional produtora de algodão da Paraíba. Doutor Renato Gadelha, proprietário da fazenda, abandonou a cultura depois da chegada da praga do bicudo. Mas a boa perspectiva de mercado do algodão colorido fez a fazenda retomar o plantio e com uma novidade: lá se cultiva a primeira lavoura de algodão colorido orgânica do Brasil. São, ao todo, 20 hectares que estão sendo acompanhados pelos pesquisadores da Embrapa e rastreados pelos técnicos do Instituto Biodinâmico, o IBD, de Botucatu (SP). As plantas estão em floração e, até agora, não receberam uma gota de veneno. “Carregou bem, acima de sete maçãs, que a gente chama o fruto do algodão antes de abrir. Já é uma produtividade em torno de 1.500 quilos por hectare”, conta o Doutor Renato.



Aqui e ali já se vê a pluma do algodão marrom, a cor escolhida por eles para cultivar. E se a gente procurar, vai encontrar também os dois principais inimigos do algodão: o bicudo e a lagarta curuquerê. A diferença é que o nível de infestação das pragas lá está rigorosamente controlado. O pessoal da fazenda segue à risca todas as recomendações feitas pelos técnicos da Embrapa, começando pelo plantio de sorgo em volta do algodão. “O bicudo é muito atraído pelo cheiro da flor do algodão e o sorgo, essa barreira, dificulta a penetração dela no campo”, explica o produtor.



Outra estratégia para confundir o bicudo é a aplicação do caulim, um mineral de rocha transformado em pó e diluído em água. Ele tinge as folhas de branco e isso ajuda a repelir as pragas. Eles usam também armadilhas, controle biológico e inseticidas naturais aceitos no cultivo orgânico, como é o caso do Neem.



A catação manual dos botões florais perfurados pelo bicudo é um dos métodos mais eficientes no controle da praga. Nesses botões existem milhares de ovos e larvas do bicudo. Por isso é bom juntar tudo, cavar um buraco e enterrar.



O José Meira, que durante anos aplicou inseticida nos algodoais da fazenda Santo Antônio, hoje está aliviado. “No início pareceu até motivo de piada. Fala assim: ‘Orgânico não vai produzir’. Mas o resultado que se vê é esse, hectares e hectares de algodão, totalmente 100% orgânico”, fala.



Preservando o ambiente e o bem estar dos trabalhadores, a fazenda está se credenciando para disputar o mercado chamado Fair Trade, dos produtos socialmente justos, que são muito valorizados no exterior. “Eles está em torno de 30%, até 50% acima do valor do algodão convencional. Há uma procura imensa, nós tivemos numa feira na Alemanha de produtos orgânicos em março, e chegaram a propor que a gente plantasse 50 mil hectares de orgânico, que tinha esse produto assegurado para compra”, lembra o doutor Renato. A feira a que ele se refere é a Biofar de Nuremberg, o maior evento de produtos orgânicos do mundo. Lá tem de tudo, inclusive calçados e roupas.



Mas por enquanto a produção de plumas de algodão colorido do Nordeste é consumida aqui mesmo. Antes do surgimento do algodão colorido, a única opção de tecido de algodã sem tintura que existia no mercado era o algodão branco, também chamado de algodão cru. Hoje nós temos o marrom, o verde e o rubo. Com a mistura dessas quatro cores se faz vários produtos, que alimentam pequenas indústrias e ateliês de artesanato do Nordeste.



Maysa Gadelha, esposa do doutor Renato, é presidente da CooperNatural, cooperativa que reúne pessoas ligadas à indústria, o artesanato e ao comércio de produtos feitos de algodão colorido. “A diferença de preço entre o produto no campo e o produto pronto, já a peça pronta, é em torno de 4.000%. quer dizer, se a gente vende o produto sem ele estar completamente terminado a gente está deixando de ter essa renda aqui para dentro do estado e para dentro das empresas também”, diz.



A partir dos modelos criados lá vão surgindo os mais diversos produtos. “A gente usa sempre produtos naturais, como aviamentos aqui um botão de coco”, exemplifica Maysa. São 22 empresas que participam da cooperativa, cada quial especializada numa coisa.



Nada é jogado fora. As irmãs Sueli e Suelene juntam os retalhos grandes e pequenos para utilizar na fabricação de bonecos de pano. Elas alugaram duas salas e convidaram várias pessoas da família para entrar no negócio. Dos retalhos o pessoal consegue fazer bonecas, cada uma mais simpática que a outra. “Eu acho que o que mais sai é o casalzinho, foram os primeiros que a gente fez. Então a gente começou com poucas pessoas, o pessoal tudo desempregado. E graças a Deus deu certo”, lembra Suelene.



E até as rendeiras da zona rural de Campina Grande foram recrutadas pela cooperativa para produzir adereços usando fios de algodão colorido. “lãs vende, no caso elas me repassam, pelo metro. E essa peça vai para uma blusa como enfeite da blusa”, explica Maysa. Antes de trabalhar com algodão colorido, as rendeiras de lá produziam peças grandes, como uma toalha de quatro metros feita em labirinto e que levou dez meses para ficar pronta. “Eu prefiro fazer os menores, tem mais futuro para nós. Porque isso aqui a gente faz, vai passar um ano para fazer, dez meses e está guardada aí. Esse trabalho é fazer, entregar e receber o dinheiro. É mais vantagem para a gente”, diz uma das rendeiras.



Agora vamos sair de Campina Grande (PB) e viajar até São Bento (PB). A cidade é conhecida como a capital mundial das redes. Boa parte do algodão produzido no nordeste é comercializado lá e transformado em redes, mantas, cortinas e vários outros produtos. Visitamos uma empresa especializada na fabricação de produtos feitos com o algodão colorido. Lá eles recebem os fios, produzem as mantas e entregam o produto pronto. O trabalho manual está presente em todas as fases e emprega centenas de pessoas.



Com uma urdideira artesanal se mistura o fio do algodão branco com o do algodão colorido. Quem faz o serviço é o Antônio, que percorre um trecho de 6,5 metros para lá e para cá. “O chão já está até gasto. São 23 quilômetros mais ou menos todos os dias. Eu estou acostumado já, não dói as pernas não. Só vi a planta do algodão colorido por televisão. Agora eu acredito, mas antes eu achava difícil”, fala.



O fios trançados pelo Antônio são usados por mulheres que fazem os punhos e os enfeites das redes. Sobra trabalho até para os presos da cadeia pública. Dos 32 presos da cadeia pública de São Bento, cinco estão trabalhando nos acabamentos dos produtos feitos com algodão colorido. Lorival Barbosa, de 23 anos, está preso há quatro anos. “Na semana eu ganho R$ 80,00. Com esse dinheiro em compro as minhas coisas, pasta, sabonete, negócio assim, uma roupa”, conta. Francisco Azevedo tem 18 anos. O trabalho dele rende menos, dá pra tirar uns R$ 100,00 por mês. “Eu já tinha trabalhado com rede, mas não desse jeito aqui não. Eu acho muito bonito esse algodão, bom”, fala.



As presas do Centro de Reeducação Feminino Maria Julia, de João Pessoa (PB), também estão produzindo bordados para confecções que trabalham só com tecidos de algodão colorido, visando o mercado externo. O serviço delas é bordar as flores, que já vêm desenhadas nas peças. A empresária Francisca Vieira diz que os produtos são um sucesso de vendas: “Essa coleção aqui ela está toda vendida. Ela foi vendida para a Espanha. Eu vou entregar em janeiro de 2008. A produção das peças começa em outubro. Nesse aqui elas ganham R$ 1,50”.



Segundo ela, em média, cada roupa é vendida a R$ 80,00. “Eu recebo um real por esse trabalho, que eu levei 25 minutos para fazer”, diz dona Júlia, uma das bordadeiras. Além do dinheiro, o trabalho proporciona outro ganho importante: a redução de pena. Por lei, três dias trabalhados diminuem um dia de prisão.



Apesar do sucesso do trabalho delas, muitas não conhecem a planta do algodão colorido. “É muito bonito e diferente. Eu gostaria até de saber se é usada algum produto ou ele nasce assim mesmo”, questiona Sueli, outra bordadeira.



As exportações do produto do algodão colorido ainda estão no início. Por enquanto o maior mercado para eles é aqui mesmo. Hoje os produtos feitos a partir do algodão natural são vendidos em 40 lojas espalhadas pelo país e ocupam espaço nos shoppings. Visitamos uma delas, no shopping center de Campina Grande. Quantos itens aqui você tem a partir do algodão natural? “Eu tenho, em média, 400 produtos. A aceitação é muito boa. Nós temos uma aceitação muito de turista. O turista vem aqui e ele fica encantado. Não só com o produto final, mas com todo o conceito que nós também vendemos, que é de cooperativa, do artesanato, ecologicamente correto“, fala a comerciante Ayslana de Sousa.



Na opinião de dona Maysa, a presidente da Cooper Natural, é esse conceito que mais chama a atenção dos consumidores. “Para a gente aperfeiçoar mais ainda os nossos trabalhos aqui na cooperativa, a gente quer que cada peça esteja ligada até à foto do agricultor”, fala.



A Paraíba deve colher, em 2007, 70 toneladas de algodão colorido. Embora pouco, isso é suficiente para abastecer a indústria e o artesanato que dependem dele.



 



 



Obs.: Para ver as matérias na íntegra acesse os links:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM710396-7823-ALGODAO+COLORIDO+E+MATERIA+DE+INUMEROS+PRODUTOS,00.html



 

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM710395-7823-CRESCE+A+PRODUCAO+DE+ALGODAO+COLORIDO,00.html
 
fonte: Globo Rural

Brazil Now Ready to Offer a Wide Variety of Organic Products

http://www.organic-and-wellness-news.com/issues/article.php?id=154 

By Staff - Organic & Wellness News

Brazil ranks fifth in the world in terms of areas cultivated with organic crops; it ranks second in Latin America, below Argentina, attracting international attention. Out of the 300 million-hectare cultivated areas in the country, only 843 thousand hectares – i.e. 0.3% - are dedicated to organic production. This is a very small number when compared to the areas where traditional agriculture is practiced, but it is significant when we learn that it represents an increase in the number of consumers concerned with health and the environment, making this segment grow gradually, offering a broader range of products, from fruit and honey to cotton, nuts, spices and essential oils used by food and cosmetics companies. The sector’s figures show the good performance achieved by the organic industry in Brazil. The Ministry of Agriculture, Animal Husbandry and Supply (MAPA) calculates that operations in the sector amounted to US$ 1 billion in 2003, with the sector growing by 20% per year. Four years ago, the Instituto Biodinâmico (IBD) and the Federal Bank for Social and Economic Development (BNDES) reported operations worth US$ 200 million and US$ 300 million, respectively, compared to US$ 120 million in 1998.

Family business – Brazil ranks second in the world in terms of areas dedicated to organic production. According to Jean Pierre Medaets, technical liaison at the Secretary of Family-Owned Farms of the Ministry of Agricultural Development (MDA), out of 19 farms dedicated to organic agriculture, 70-80% are run by families, who are benefited by the possibility of diversifying the crops. “Small farmers are wary of investing their resources in only one kind of crop. As organic agriculture allows for diverse crops, due to its being more ecologically-balanced – it meets family businesses’ expectations perfectly”. Mr. Medaets points out that about 90% of all organic farms are small, even though this percentage might be higher as many farms, which are not certified, are not included in the statistics.
Ricardo Vilela, president of the Brazilian Agency for the Development of Micro and Small Businesses (Sebrae/National), says the best way to overcome small businesses’ problems it to increase their presence in farmer associations. “Cooperatives can offer a bigger volume of products than that offered by an individual farmer. They can share certification costs and lobby to defend their interests”. Throughout Brazil there are good examples of such associations, attesting Vilela’s words. Esplar, for example, a research center in Ceará, in northeastern Brazil, assists farmers in a family-owned farm to implement development projects, stimulating cotton culture in small areas. “It is a solidary production chain that preserves natural resources, fosters social inclusion and delivers a different product to the market”, says Pedro Jorge Ferreira Lima, agronomist and deputy director at Esplar. In the cotton production area, an important name is Natural Fashion, a textile cooperative that makes color cotton, establishing the concept of a clean and socially correct product. “In 2004, cotton production revenues doubled and it is estimated that the growth will continue this year”, says Maysa Motta Gadelha, marketing director of Coopernatural, of which Natural Fashion is part.

Highlights – The International Federation of Organic Agriculture (IFOAM) carried out a study to define the profile of organic farms around the world. This study concluded that, although highly diversified and spread throughout the country, organic production from the 19 thousand certified farms in Brazil is equally distributed in the east (60%) and south (25%). Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo and Espírito Santo are the largest producers of salad greens, milk, honey, coffee and orange, while Rio Grande do Sul, Santa Catarina and Paraná – the latter being especially focused on organic agribusiness – produce organic soybean and grains, besides milk and matte. Tropical fruits, such as mango, guava, papaya and banana are among the most widely consumed tropical fruits, especially abroad, thus attracting a diversified group of customers. Organic coffee is among the best sold organic products domestically and abroad, with a production of 200 thousand bags in 2004, which represented a 100% growth compared to the previous year. According to Nathan Herzkowicz, president of the Coffee Industry Union (ABIC), there has been a significant increase in the demand for organic coffee. Domestic consumption showed a 8.8% growth, while international consumption followed the trend and grew by 15%. “This scenario indicates the upward trend for organic product sales”, says Herzkowicz with optimism.

Domestic and international markets – The Brazilian ExportPromotion Agency (APEX) estimates that organic product exports reached US$ 72 million in 2004. Around 10% of all Brazilian products were exported to Germany, which together with the United States and Japan, is one of the major global buyers of organic products. The most promising products are cashew nuts; sesame seeds, walnuts; and spices (clove, pepper and cinnamon), besides cachaça, honey, and organic meat. These products are expected to stimulate Brazilian exports in the next years. In the domestic market, consumption of dairy and salad greens, besides organic fowl, is increasing among consumers.Although there are no official statistics about organic product consumption, we can measure the demand by the number of sales channels that carry organics. According to "The World of Organic Agriculture 2003" report, released by IFOAM, there are over 611 points-of-sale that carry organics in Brazil.
Besides the large supermarket chains, such as the French chain, Carrefour and the Brazilian chain, Pão de Açúcar, which are responsible for 45% of all domestic sales, specialized fairs, where 26% of the total production is sold, can be an alternative and lucrative way to market organics. In the southeast region alone there are 194 such fairs, like the one organized by the Organic Agriculture Association (AAO) every Saturday at Mercado da Água Branca in São Paulo.
Inês Hoffmann, director of Tropivita, a company that specializes in the international sales of organic products, says that, although there is increasing international interest in Brazilian products, the country still has to assure importers about its ability to negotiate and offer competitive prices. “We need to highlight the quality of our products and change this “bad negotiator” image, still resilient in some markets”, she says. In order to do so, it is necessary to invest in our products ‘looks’ – the packaging and the design – besides improving the producers’ skills.

Financing and investments – Sebrae has had some interesting initiatives aimed at improving exports, raising awareness about the advantages, and stimulating production of organic products without using toxic chemicals. For instance, the “Exportation Consortiums” fosters the implementation of small farmer cooperatives and the “Sell More and Better” program teaches people how to sell the products. The federal government is also interested in investing in the organic sector. In September 2004, the Ministry of Agriculture, Animal Husbandry and Supply (MAPA) announced it will invest R$ 2 million in the Organic Agriculture Development Program (Pró-Orgânico) in 2005.
Besides this investment, and in order to stimulate the production and sales of organics, other programs are being developed, such as the National Program for the Development of Family-Owned Farms (PRONAF), which offer credit lines 50% higher for people interested in investing in the production of organics, and the Food Acquisition Program (PAA), which buys organics from producers at a price 30% higher than their market value. The Ministry of Agricultural Development (MDA) is also supporting producers who want to market their products, by stimulating their participation in international fairs, such as the Biofach fair in Germany. “This year we will have 21 producer associations attending the fair. This is the third time we will be participating in the German fair”, says Medaets. In 2005, there will be more than 100 Brazilian exhibitors, supported by agencies such as Apex-Brasil, Sebrae and the Instituto Biodinâmico (IBD).

Certification – In order to be able to participate in events, such as the German fair, producers have to certify their products. There is a higher number of requirements to get the certification in the domestic market, as demanded by consumers. Compared with traditional products, organics are not different in shape, color or flavor. Thus, consumers must be assured the product was obtained through the use of organic production methods.
The certifying bodies attest the production methods used by the producer and issue a guarantee seal to be stamped on the product label, validating its commercialization. Brazil still does not have a natural stamp for organics that is certified by the Ministry of Agriculture. The producer should find a certifying agency to attest for his product quality. Normally, farmers will get certification from bodies that comply with internationally recognized standards, as part of their objectives is to sell to foreign customers.
Instituto Biodinâmico is the main certifying body in Brazil. There is a number of agencies abroad that offer different kinds of certification depending on the buyer country. “Both the Brazilian buyer and the foreign buyer are increasingly concerned about production methods”, says Carolina Atalla, general director of Companhia Mogi de Café Solúvel, which produced 1.100 bags of organic coffee in 2003. She adds that this is an increasingly demanding niche. The company exported 99% of its production mainly to England, Germany, Sweden and Korea, and has, besides the IBD certification, the BCS Öko Guarantee, accepted in Europe and in the U.S.A. In addition, some importers choose to design their own evaluation systems in order to meet specific needs of specific markets – the JAS is required in Japan; the AIB, in the U.S.A. and the BRC, in England.

 

http://www.esplar.org.br/artigos/junho/04.htm

Capa da revista Veja do dia 26/05

 

 
  
 
 
 
 
 
As ONGs e os interesses antagônicos na sociedade brasileira

Mais uma vez, os jornais se ocuparam do tema das ONGs na última semana, provocados por uma reportagem da Revista Veja, de 26 de maio (edição 1855), sobre uma suposta malversação de fundos por parte de uma entidade e Brasília. A matéria, além da denúncia, inferia que a ONG seria uma "ONG petista", uma vez que um dos seus diretores tinha vínculos com o PT e se aproveitava desta condição para obter recursos do governo federal.

A reação de uma parte da mídia, de alguns(as) articulistas, deputados e senadores foi de, mais uma vez, aproveitar a oportunidade para incriminar o conjunto das ONGs, levantando suspeitas sobre todas elas, exigindo maior controle por parte do poder público, falando de um suposto crescimento descontrolado e intransparente dessas organizações.

É errado pensar que não há controle sobre as ONGs. Elas sofrem todo tipo de fiscalização de qualquer entidade privada - como demonstra a matéria da revista Veja - e têm, entre suas obrigações, as mesmas responsabilidades de prestar contas ao poder público. Além do mais, como muitas recebem recursos de doações de indivíduos e entidades privadas, sofrem um controle a mais por parte dos(as) seus(uas) doadores(as) para que tais recursos sejam aplicados de forma correta e nos objetivos fins.Afinal, quem continuaria a doar recursos para uma entidade que esteja envolvida em denúncias de corrupção? Cabe, portanto, às ONGs, pelo seu caráter de entidades com finalidade pública, atuar de forma transparente, prestando contas sobre as suas atividades e a forma como seus recursos são utilizados.

No universo das ONGs, assim como em qualquer ramo de atividade, pode haver casos de corrupção, de malversação de fundos. Cabe às instâncias responsáveis atuar de forma eficiente e justa no sentido de coibir, averiguar e punir tais casos, construindo, desta forma, uma sociedade que se impõe pelas leis e por uma cultura de transparência e de não-corrupção. Não se configuram, na realidade brasileira e mundial, indicadores que revelem que o universo das ONGs é marcado por denúncias de corrupção e falta de transparência. Ao contrário, uma recente CPI do Senado Federal, depois de dois anos de investigação sobre as ONGs, acabou por encontrar uns poucos casos de irregularidades, que facilmente podem ser coibidas e punidas pelos órgãos competentes.

No plano político, as ONGs são mais ou menos aceitas, dependendo do tipo de trabalho que realizam. Normalmente há um maior reconhecimento público das ONGs que prestam serviços à comunidade no atendimento, por exemplo, da saúde, educação, recreação, acolhimento. São entidades de capacitação para o trabalho, escolas comunitárias, centros de atendimentos de populações economicamente vulneráveis, saúde comunitária, alternativas de geração de renda e tantos outros serviços. Tais instituições cumprem um papel fundamental de atenção aos(às) excluídos(as) da sociedade, aqueles(as) que não conseguem usufruir dos direitos assegurados por lei a todas as pessoas.

No entanto, quando as ONGs avançam sobre as causas dos problemas sociais, reivindicam que tais direitos sejam cumpridos e universalizados pelo poder público, apontam a dura realidade da exclusão social, o desrespeito aos direitos humanos, o descumprimento de regras mínimas de preservação ambiental e da biodiversidade, assim como os mecanismos de manutenção e reprodução destas injustiças, elas passam a incomodar, contrariam interesses enraizados nas estruturas de poder. A forma mais comum de reação dos setores conservadores tem sido a criminalização das ONGs, o questionamento de sua representatividade, a redução de seu trabalho a interesses e disputas partidárias, a acusação de estarem a serviço de interesses escusos ou internacionais.

Evidentemente, o que está em jogo é o livre e democrático debate de idéias, bem como a legítima pressão e mobilização social na defesa de interesses que são de natureza política, antes de ser partidária. Tais interesses se revelam na luta pelo reconhecimento e pela implantação dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais neste país; direitos estes que estão na nossa Constituição e em acordos internacionais. Revelam-se, ainda, na capacidade de produzir novos direitos, fazendo-os reconhecidos por toda a sociedade.

Se é verdade que as ONGs não pretendem ter a representatividade de setores da sociedade, que têm suas próprias formas de representação - os movimentos sociais, os sindicatos, as associações de classe, as redes e os fóruns -, não se pode, em nome disso, questionar a legitimidade política de qualquer cidadão(ã) de se organizar em entidades para defender e implantar direitos reconhecidos por todos e todas como de interesse público, bem como para criar novos direitos que ajudem a construir uma sociedade mais justa e democrática. Nada há de escuso nisso, muito pelo contrário.


Anhttp://www.ncba.coop/clusa_work_angola.cfm

AnAngola

Rural Group Enterprises and Agricultural Marketing

Project Spotlight

Angolan Farmer Access Credit
NCBA cooperative advisor Rogerio Paulo (left) with Dungo farmer Manuel Bernardo in his onion field.
Full Story PDF

Project goal: To increase food security and incomes of small-scale producers and their families by improving the effectiveness of agricultural production and marketing of small-scale producers.

Funding: U.S. Agency for International Development - $3,990,000

Time frame: September 2001 - December 2005

The Project
Methods
Results
Success Stories
Country Snapshot
Contact Us
USAID in Angola

The Project
NCBA's CLUSA International Program has adapted its training and community-based group business and market linkage development methodology developed from experience in several African countries, Central America and Asia, to the Angolan rural environment.

The project works to develop

  • a sustainable approach to rural group enterprise and agricultural business development adapted to the Angolan context;
  • a network of democratic producer-owned and controlled rural group enterprises at the primary and secondary levels with the skills and knowledge to identify, initiate and manage agricultural production, processing and marketing activities;
  • a more diverse and wider range of marketing and business opportunities available to the small scale producers; and
  • transfer of appropriate progressive technologies to small-scale producers and agribusinesses.

 

To accomplish this, NCBA's CLUSA International Program implements a community-based training system that, in keeping with adult education tenets, develops organizational and business skills needed to establish and manage improved agricultural production and marketing activities among small-scale producers. The project also focuses on developing sound economic business relationships between producers, processors, transporters, and buyers.

The project provides technical assistance and training in each step of production, processing, sales, and marketing. There are three specific areas of emphasis:

  • producer organization and business development;
  • agricultural technology transfer; and
  • agribusiness development and market linkages.

 

The project has opened a central office in Luanda, and provincial offices in Lubango in Benguela and three municipal production and marketing support centers (Humpata and Chibia in the Huila province, and Caxito in the Bengo province).

(back to top)

Methods
The program utilizes a highly participative approach to training in organizational and business skills that NCBA has developed and refined over the past 17 years in Africa. The methodology includes:

  • Setting up a small technical assistance team;
  • Recruiting and training host country field staff (advisors);
  • Insisting on voluntary participation;
  • Establishing an intensive village-based training system;
  • Launching a variety of business activities in the agribusiness sector;
  • Linking all training to the groups' business activities;
  • Facilitating direct access of rural group enterprises to reliable sources of credit and to the input and output markets; and
  • Institutionalizing village organizational development capability.
(back to top)

The essential input needed to implement this methodology is a cadre of appropriately skilled, highly motivated individuals committed to work in rural areas, which NCBA hires locally and trains.

Results
Since the project's initiation in November 2001, NCBA has

  • completed a study of target locations, market analysis and sub-sector studies of cereals and horticulture products;
  • recruited and trained a team of technical and administrative staff in the CLUSA Approach;
  • initiated group organization and development involving 2,200 smallholders;
  • tested 2 intervention models involving over 300 producers in group selling of maize and 60 horticultural producers in credit scheme for producing off-season and high-value crops;
  • established market information system covering cereals and horticultural crops; completed market analyses on cereals and fruits and vegetables in two major population centers;
  • trained over 100 group facilitators, leaders and managers in conducting group self-analysis, feasibility analysis and business planning;
  • identified opportunities for market linkages between farmer groups and 5 agribusinesses (input suppliers: 2, and buyers of agricultural commodities:3);
  • negotiated a loan package of US$500,000 with a private bank, Banco Sol, to provide farmer groups with credit for agricultural production and marketing.

By the project's completion in 2005, NCBA will have:

  • adapted to the Angolan context a sustainable approach to rural group enterprise and agricultural business development;
  • developed a strong network of democratically producer-owned and -controlled rural group enterprises operating at the primary and federated level;
  • developed and expanded a new range of marketing and business opportunities and services to small-scale producers;
  • transferred progressive farming technologies to small-scale producers that will have improved yields and reduced costs; and
  • developed among a core group of individuals and organizations, the organizational management and training skills necessary to continue the project's work following completion of NCBA's work in the country.

 

(back to top)
Economy
  • National income per capita: $290
  • Annual GDP growth rate (2000 estimate): 4.9 percent
  • Agriculture: coffee, sisal, corn, cotton, sugarcane, bananas, cassava, and tobacco.
  • Major exports: oil, diamonds, processed, fish, and iron ore.
  • Major imports: machinery, electrical equipment, vehicles/spare parts, medicines, food, textiles, and military goods.
People
  • Population (2001 official estimate): 13.3 million
  • Annual growth rate (2001 official estimate): 2.9 percent
  • Languages: Portuguese, national languages
  • Literacy: 42 percent
Geography
  • Location: southern Africa
  • Area: 481,400 square miles (about twice the size of Texas)
  • Capital: Luanda

Favorite Sites

Expert guidance from real people searching for the best the Internet has to offer in games, music, travel, maps, jobs, free stuff, books, news, chat, strategy, auctions, airlines, gifts, weather, links, cds, movies, and more.
A leading local portal and transactions company that provides in-depth local content and services to help people "get things done" online.
Be sure to place a description of your link for your viewers here!
E! Online. Entertainment's home page.
Nasdaq Stock Market Information
Largest collection of free MP3s to play or download, free MP3 software
BabyCenter Store--content and quality products--You name it, we have it.

Search Engines

You know us as the Internet's original search engine.
One of the most visited hubs on the Internet, reaching one out of every two Web users.
With over half a million sites, divided into more than 25,000 categories, Yahoo! is both browseable and searchable.
GO Network is a new brand that brings together the very best of the Internet in one, easy-to-use place.
Have Fun!